casesvoluntariado

(Art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

É o conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

Não são abrangidas pela presente Lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.

Notícias


O que é ser voluntário/a

Voluntários/as


(Art.º 3.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

É o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.
A qualidade de voluntário não pode, de qualquer forma, decorrer de relação de trabalho subordinado ou autónomo ou de qualquer relação de conteúdo patrimonial com a organização promotora, sem prejuízo de regimes especiais constantes da Lei.

Por isso ser voluntário/a é:

  • Assumir um compromisso com a organização promotora de voluntariado;
  • Desenvolver ações de voluntariado em prol dos indivíduos, famílias e comunidade.
  • Comprometer-se, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre;

Atuar como voluntário/a é ter um ideal por bem fazer, que assenta numa relação de solidariedade traduzida em:

  • Liberdade, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania ativa;
  • Responsabilidade pelas atividades que desenvolve com os/as destinatários/as;
  • Participação nas atividades a desenvolver pela organização promotora no âmbito de aplicação do Programa de Voluntariado;
  • Gratuitidade no exercício da atividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente;
  • Complementaridade com a atividade dos/as profissionais, sem os/as substituir;
  • Convergência e harmonização com os interesses dos/as destinatários/as da ação e com a cultura e valores das organizações promotoras.

Direitos e Deveres


Atuar com as pessoas, famílias e comunidade é estabelecer uma relação de reciprocidade de dar e receber que exige direitos e impõe deveres.

Direitos dos/as voluntários/as:

  • Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
  • Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;
  • Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;
  • Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
  • Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
  • Ser reconhecido/a pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
  • Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

Deveres Do/A Voluntário/A para com:

  • Os/as destinatários/as:
    • Respeitar a vida privada e a dignidade da pessoa;
    • Respeitar as convicções ideológicas, religiosas e culturais;
    • Guardar sigilo sobre assuntos confidenciais;
    • Usar de bom senso na resolução de assuntos imprevistos, informando os/as respetivos/as responsáveis;
    • Atuar de forma gratuita e interessada, sem esperar contrapartidas e compensações patrimoniais;
    • Contribuir para o desenvolvimento pessoal e integral do/a destinatário/a;
    • Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.
  • A organização promotora:
    • Observar os princípios e normas inerentes à atividade, em função dos domínios em que se insere;
    • Conhecer e respeitar estatutos e funcionamento da organização, bem como as normas dos respetivos programas e projetos;
    • Atuar de forma diligente, isenta e solidária;
    • Zelar pela boa utilização dos bens e meios postos ao seu dispor;
    • Participar em programas de formação para um melhor desempenho do seu trabalho;
    • Dirimir conflitos no exercício do seu trabalho de voluntário/a;
    • Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.
    • Não assumir o papel de representante da organização sem seu conhecimento ou prévia autorização;
    • Utilizar devidamente a identificação como voluntário/a no exercício da sua atividade;
      Informar a organização promotora com a maior antecedência possível sempre que pretenda interromper ou cessar o trabalho voluntário.
  • Os profissionais:
    • Colaborar com os profissionais da organização promotora, potenciando a sua atuação no âmbito de partilha de informação e em função das orientações técnicas inerentes ao respetivo domínio de atividade;
    • Contribuir para o estabelecimento de uma relação fundada no respeito pelo trabalho que cada um compete desenvolver.
  • Os outros voluntários:
    • Respeitar a dignidade e liberdade dos/as outros/as voluntários/as, reconhecendo-os/as como pares e valorizando o seu trabalho;
    • Fomentar o trabalho de equipa, contribuindo para uma boa comunicação e um clima de trabalho e convivência agradável;
    • Facilitar a integração, formação e participação de todos/as os/as voluntários/as.
  • A sociedade:
    • Fomentar uma cultura de solidariedade;
    • Difundir o voluntariado;
    • Conhecer a realidade sociocultural da comunidade, onde desenvolve a sua atividade de voluntário;
    • Complementar a acão social das entidades em que se integra;
    • Transmitir com a sua atuação, os valores e os ideais do trabalho voluntário.

Organizações Promotoras de Voluntariado


(Art.º 4.º da Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro)

Consideram-se organizações promotoras as entidades públicas da administração central, regional ou local ou outras pessoas coletivas de direito público ou privado, legalmente constituídas, que reúnam condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua atividade.
A atividade que se refere tem de revestir interesse social e comunitário e pode ser desenvolvida nos domínios cívico, da ação social, da saúde, da educação, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, da defesa do consumidor, da cooperação para o desenvolvimento, do emprego e da formação profissional, da reinserção social, da proteção civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promoção do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza análoga.

Programa de Voluntariado


O trabalho voluntário não decorre de uma relação subordinada nem tem contrapartida financeira, só podendo ter lugar num quadro de autonomia e pluralismo alicerçado no princípio da responsabilidade.

É neste contexto que se colocam as relações entre o/a voluntário/a e a organização promotora e é acordado entre ambos a realização do trabalho voluntário:

  • O compromisso;

Este compromisso, que a Lei designa por Programa de Voluntariado, decorre assim do encontro de vontades.

EXPRESSA a adesão livre, desinteressada e responsável do/a voluntário/a a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora;

CONSUBSTANCIA as relações mútuas da organização promotora e do/a voluntário/a, correspondentes ao conteúdo, à natureza e à duração do trabalho voluntário num quadro de direitos e deveres de ambas as partes;

TRADUZ os princípios enquadradores do voluntariado, designadamente os princípios da solidariedade, complementaridade, responsabilidade, convergência e gratuitidade.

NÃO IMPORTA O TEMPO DE DURAÇÃO DESSE COMPROMISSO, ELE PODERÁ SER DE UM MÊS, SEIS MESES OU QUALQUER OUTRO PERIODO, O QUE REALMENTE IMPORTA É QUE, ENQUANTO DURAR, ELE SEJA DESENVOLVIDO DENTRO DAS REGRAS ESTABELECIDAS.

Formação na área do Voluntariado


A formação constitui simultaneamente um direito do/a voluntário/a – “Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário”, e um dever – “Participar nos programas de formação destinados ao correto desenvolvimento do trabalho voluntário” (Conforme o disposto nos art.ºs 7.º e 8º da Lei n.º 78/98, de 3 de Novembro).

Manual de Formação Geral em Voluntariado

O Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) no âmbito das suas competências editou, em 2005, um Manual de Formação em Voluntariado – Manual do Formador, que pretende servir de base às formações de formadores na área do voluntariado permitindo contudo que as organizações possam introduzir os elementos que considerem relevantes atendendo às suas especificidades, áreas e meios de atuação.

O Manual de Formação, que se apresenta em 12 módulos, assenta em metodologias dinâmicas e participativas, de modo a que permita o desenvolvimento de competências de cada formando.

O Manual reveste a forma de um dossier pedagógico, adaptável a cada contexto formativo.

Este manual poderá ser solicitado a:
Voluntariado – CASES
Rua Américo Durão, n.º 12-A
1900-064 Lisboa

Ou voluntariado@cases.pt

Legislação Nacional


Decreto-Lei n.º 39/2017, de 4 de abril
Altera as atribuições da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social – Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

Decreto-Lei n.º 48/2017, de 22 de maio

Portaria nº 68/2011, DR 26, SÉRIE I de 2011-02-07
4ª Alteração à Portaria nº 1230/2006, de 15 de Novembro, que cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Portaria nº 101/2011, DR 50, SÉRIE I de 2011-03-11
Estabelece um regime excepcional aplicável à iniciativa ” Projecto Limpar Portugal”.

Despacho nº 6205 /2011, DR 71, SÉRIE II de 2011-04-11
Aprova o Programa Abrir Portas à Diferença 2011, a realizar pela fundação Inatel.

RCM n.º 62/2010, de 25 de Agosto
Institui o Ano Europeu das Atividades de Voluntariado que Promovam Uma Cidadania Ativa em Portugal no ano de 2011 (AEV-2011) e determina a execução a nível nacional das atividades que lhe estão associadas

Portaria nº 1230/2006, de 15 de Novembro
Cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro
Estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado

Decreto-Lei n.º 40/89, de 12 de Fevereiro
Institui o seguro social voluntário, regime contributivo de carácter facultativo no âmbito da Segurança Social, em que podem ser enquadrados os voluntários. O seguro social voluntário foi objeto de adaptação ao voluntariado pelo Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro

Legislação Internacional


Resolução 52/17 da Assembleia Geral das Nações Unidas
Proclama o ano de 2001 como o Ano Internacional dos Voluntários.

Resolução 40/212 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 17 de Dezembro de 1985
Convida todos os governos a celebrar anualmente, a 5 de Dezembro, o Dia Internacional dos Voluntários.

Declaração Universal do Voluntariado de Janeiro de 2001 (EN) / Declaração Universal do Voluntariado de Janeiro de 2001 (PT)
Adotada pelo Conselho Internacional de Administradores da IAVE, Associação Internacional para o Esforço Voluntário, na sua 16.ª Conferência Mundial de Voluntariado, em Amesterdão.

Organizações na área do Voluntariado


Nacionais


Bancos Locais de Voluntariado


Os Bancos Locais de Voluntariado (BLV) são um espaço de encontro entre as pessoas que expressam a sua disponibilidade e vontade para serem voluntárias e as organizações promotoras, interessadas em integrar voluntários/as nos seus projetos e coordenar o exercício da sua atividade.

Objetivos

  • Acolher candidaturas de pessoas interessadas em fazer Voluntariado, bem como receber solicitações de voluntários/as por parte de organizações promotoras;
  • Proceder ao encaminhamento de voluntários/as para organizações promotoras de Voluntariado;
  • Acompanhar a inserção de voluntários/as nas organizações promotoras de voluntariado;
  • Disponibilizar ao público informações sobre o Voluntariado;
  • Organizar ações de formação inicial para os/as voluntários/as.

Intervenientes

Voluntários/as, pessoas que de forma livre, desinteressada e responsavelmente se comprometem, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de Voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.

Organizações Promotoras, pessoas coletivas de direito público ou privado, socialmente reconhecidas, que reúnam condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua atividade, em domínios como o cívico, o da ação social, o da saúde, o da educação, o da ciência e o da cultura, o da defesa do património, o do ambiente, entre outros.

Estas entidades podem encontrar nos Bancos Locais de Voluntariado o espaço ideal para divulgar os seus programas, bem como identificar interessados na adesão às suas ações.

Processo de constituição

As entidades que pretendam constituir um BLV (entidades enquadradoras) devem ser:

  • Pessoas coletivas de direito público (âmbito central, regional ou local) ou de direito privado. Ex: Câmaras Municipais, Fundações, Santas Casas da Misericórdia, IPSS, entre outros.

Estas entidades devem reunir meios próprios, técnicos, financeiros e logísticos, que permitam assegurar o funcionamento duma estrutura deste tipo.

Lista de Bancos Locais de Voluntariado – a disponibilizar brevemente

Instituto Português do Desporto e Juventude

IPDJ


ipdj

O Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ) é um instituto público integrado na administração indireta do Estado, tutelado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude.

A missão deste Instituto é, de acordo com o previsto no artigo 3º.do Decreto-lei 98/2011 de 21 de Setembro:

… a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude, em estreita colaboração com entes públicos e privados, designadamente com organismos desportivos, associações juvenis, estudantis e autarquias locais

Mais informações sobre o IPDJ consultar: http://www.ipdj.pt

Internacionais


Centro Europeu de Voluntariado

CEV


corpoeuropeusolidariedade

O Centro Europeu de Voluntariado (CEV) é uma Associação Europeia de Organizações de Voluntariado (com sede em Bruxelas), que tem como objetivo ser uma voz ativa para o Voluntariado, de modo a fortalecer as condições do seu exercício, orientadas para a sua promoção.
O CEV canaliza as prioridades e as preocupações coletivas dos seus membros para as Instituições da União Europeia, atuando como um fórum para a promoção de troca de políticas, práticas e informações sobre Voluntariado.
O CEV organiza conferências, seminários, workshops, e outras atividades.
Os membros do CEV, que se encontram em rede, são centros e organizações nacionais e regionais de Voluntariado, cujos objetivos principais são o desenvolvimento e promoção do Voluntariado.

Este Centro não tem membros individuais.

Para mais informações consulte: http://www.cev.be/

Associação Internacional para o Esforço Voluntário

IAVE


internationalassociationvolunteereffort

A Associação Internacional para o Esforço Voluntário (IAVE) é uma Associação Internacional, não-governamental, que tem como objetivos promover, reforçar e comemorar o Voluntariado em todo o mundo.

Esta Associação foi fundada em 1970 por um grupo de voluntários de vários países. Reúne atualmente, organizações de voluntários, centros de voluntariado, entre outros, que formam uma rede internacional.

Tem membros individuais e institucionais em mais de 80 países, entre eles Portugal.

Para mais informações consulte: https://www.iave.org/

Voluntariado Internacional


O Voluntariado Internacional é uma área específica do voluntariado: é desenvolvido por voluntários, por períodos mais ou menos longos, em países terceiros, designadamente em processo de desenvolvimento.

Esta atividade é promovida por organizações que desenvolvem projetos de voluntariado internacional, quer pela via da cooperação, quer pela via da assistência internacional.

Entende-se por Voluntariado para a Cooperação a ação daqueles que agem de livre vontade, sem remuneração, em benefício de terceiros – Países em Desenvolvimento, no quadro de um programa de voluntariado de uma determinada organização promotora.

Nacionais

Organizações


Plataforma Portuguesa das Organizações não-governamentais para o Desenvolvimento

ONGD


ongd

A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, constituída em 1985, é uma associação privada sem fins lucrativos que representa a maioria das ONGD (Leigos para o Desenvolvimento, Cáritas Portuguesa, Fundação Envangelização e Culturas, Instituto de Apoio à Criança, Médicos do Mundo Portugal, União das Misericórdias Portuguesas, Leigos da Boa Nova, Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária, entre muitas outras) portuguesas registadas no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A Plataforma reúne as ONGD que trabalham para um mundo mais justo e equitativo, potenciando o trabalho das suas associadas a nível político e legislativo e promovendo as boas práticas, junto dos Países em Desenvolvimento, em áreas como a Cooperação para o Desenvolvimento, a Ajuda Humanitária e de Emergência e Educação para o Desenvolvimento.

Para mais informações consulte: www.plataformaongd.pt

Internacionais

Organizações


AFS Internacional


afs

A AFS é uma Organização Não Governamental que proporciona oportunidades de aprendizagem intercultural.

A AFS é uma comunidade inclusiva de cidadãos globais: estudantes, famílias, voluntários, escolas e outros que estão determinados a construir pontes entre culturas.

Para mais informações consulte: http://afs.org/volunteer/

Alliance of European Voluntary Service Organisations

Alliance


allianceeuropeanvoluntaryserviceorganization

A Alliance of European Voluntary Service Organisations é uma organização internacional não-governamental de juventude que representa organizações nacionais que promovem a educação intercultural, compreensão e paz através de serviço voluntário.

Para mais informações consulte: http://www.alliance-network.eu/international-volunteering/workcamps/

Association of Voluntary Service Organisations

AVSO


associationvoluntaryserviceorganizations

A Association of Voluntary Service Organisations é uma plataforma europeia de organizações sem fins lucrativos envolvidas em melhorar a qualidade e a visibilidade dos programas de voluntariado.

Para mais informações consulte: http://www.avso.org/volunteer-opportunities

Internacionais

Organizações


GASTagus


gastagus

O GASTagus é uma associação juvenil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo alertar e incentivar os jovens para a descoberta e promoção da dignidade humana por intermédio da realização de diversas ações de voluntariado em África e Portugal.

Para mais informações consulte: http://www.gastagus.org/?q=junta-te-a-nos

Greenpeace


logo--green-peace

A Greenpeace é uma organização não-governamental que atua a nível mundial e procura a mudança de atitudes e comportamentos para proteger e preservar o meio ambiente. Esta organização enfrenta desafios globais e nesse sentido está recetiva à participação de voluntários/as em função das campanhas que desenvolve.

Para mais informações consulte: http://www.greenpeace.org/portugal/pt/participa/Voluntariado/

Médicos do Mundo


medicosdomundo

Os Médicos do Mundo são uma ONG de ajuda humanitária e cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa, que tem como objetivo principal a prestação global de cuidados de saúde.

Para mais informações consulte: http://www.medicosdomundo.pt/pt/go/ser-voluntario

Paramédicos de Catástrofe Internacional

PCI


paramedicoscatastrofeinternacional

Os Paramédicos de Catástrofe Internacional destinam-se a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e na cooperação para o desenvolvimento, atuando em toda a parte do mundo.

Para mais informações consulte:
http://www.paramedico-internacional.org/seja-voluntario-nos-pci/

Cross Cultural Solutions


crossculturalsolutiosn

Esta é uma organização não-governamental que promove projetos de voluntariado há mais de vinte anos, e opera igualmente em diversas áreas.

O objetivo é contribuir para os cinco principais objetivos das Metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas: acabar com a pobreza, acabar com a fome, garantir cuidados de saúde, assegurar uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e alcançar a igualdade de género, indica a Cross-Cultural Solutions.

Desde 1995, cerca de 35 000 mil estudantes e viajantes já realizaram ações de voluntariado através da Cross-Cultural Solutions. Existem opções para a Costa Rica, Tanzânia, Índia, Guatemala, Peru ou Marrocos, entre outros países.

Para mais informações consulte: https://www.crossculturalsolutions.org/explore-volunteer-abroad-programs

Outras Organizações


winderness volunteers
centronazionalevolontariato
voluntariscat
medicossemfronteiras
youthserviceamerica
unenv2
unenv
platefomefrancophonevolontariat
volunteersweek
volunteerbenevoles
volunteercentres

Voluntariado Empresarial


A Responsabilidade Social das Empresas e o envolvimento destas em iniciativas sociais de apoio à comunidade, nomeadamente através da promoção e desenvolvimento de ações de Voluntariado, tem-se tornado um eixo do desenvolvimento das sociedades modernas.

Acompanhando esta evolução, também em Portugal, se verifica um crescendo de projetos e iniciativas de Voluntariado Empresarial, acompanhado por uma valorização pública também acrescida do contributo destas ações para o bem-estar da comunidade e das próprias pessoas e organizações nelas envolvidas.

A expansão e o desenvolvimento de iniciativas de Voluntariado Empresarial podem ser fomentados através da disseminação de boas práticas em curso e da demonstração do reconhecimento público da sua importância, por forma a criar um efeito multiplicador junto de um maior número de empresas.

Por outro lado, a promoção do Voluntariado em Portugal só poderá ser efetivada mediante o envolvimento simultâneo de todos os sectores da sociedade, potenciando neste esforço o contributo do sector empresarial.

Documentos Relacionados


Comissão das Comunidades Europeias
COM (2001) 366 final / Bruxelas, 18.07.2001
Livro Verde – Promover um Quadro Europeu para a Responsabilidade Social das Empresas

Comissão das Comunidades Europeias
COM (2002) 347 final / Bruxelas, 02.07.2002
Comunicação da Comissão relativa à responsabilidade social das empresas – “Um contributo das empresas para o desenvolvimento sustentável”

Programas e Projetos de Voluntariado


Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento

AHEAD Rumos


ahead

A AHEAD, Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento, nasceu em 2007 e é uma ONGD que desenvolve projetos em Portugal, Moçambique e São Tomé e Príncipe com foco na educação.

Para mais informações consulte: http://www.ahead.org.pt/inscreve-te/

Global Volunteer

AIESEC


aiesec

O Global Volunteer é uma iniciativa da AIESEC que tem o “objetivo de ativar o potencial de liderança dos jovens ao envolvê-los e mobilizá-los através de projetos multiculturais que visam contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Destina-se a jovens entre os 18 e os 30 anos e pode durar, na maioria dos casos, 4, 6 ou 8 semanas.

É preciso fazer um registo no Portal de Oportunidades e preencher o perfil. Depois disso, basta fazer a candidatura às oportunidades desejadas. Existem projetos de voluntariado no Peru, na Noruega, no Egipto, no Brasil, na Albânia ou no Bahrein, entre outros.

Para mais informações consulte: http://aiesec.pt/global-volunteer/

Campos de Trabalho Internacionais

CTI


Os Campos de Trabalho Internacionais (CTI) para Jovens inserem-se num programa de intercâmbio de jovens de diferentes países, com vista ao reconhecimento das diferentes identidades culturais e à consciencialização do mosaico cultural mundial.

Para mais informações consulte aqui.

Voluntariado Europeu

Corpo Europeu de Solidariedade


corpoeuropeusolidariedade

Iniciativa da União Europeia dirigida aos jovens, dando-lhes a oportunidade de fazer voluntariado ou de trabalhar em projetos, no próprio país ou no estrangeiro, em benefício de pessoas e comunidades de toda a Europa.

Todos os jovens que participam no Corpo Europeu de Solidariedade concordam com a sua Missão e Princípios e comprometem-se a respeitá-los.

Aos 17 anos já te podes inscrever no Corpo Europeu de Solidariedade, mas só podes participar num projeto depois de fazeres 18 anos. A participação nos projetos do Corpo Europeu de Solidariedade está aberta aos jovens até aos 30 anos de idade.

Depois de se inscreverem, os participantes no Corpo Europeu de Solidariedade podem ser selecionados e convidados a integrar uma vasta gama de projetos, relacionados, por exemplo, com a prevenção das catástrofes naturais ou a reconstrução na sequência de catástrofes deste tipo, a assistência em centros de requerentes de asilo ou a resposta a outras questões sociais a nível da comunidade.

Os projetos apoiados pelo Corpo Europeu de Solidariedade podem durar entre dois e doze meses, decorrendo, regra geral, em países da União Europeia.

Para mais informações consulte: https://europa.eu/youth/Solidarity_pt

Cruz Vermelha Portuguesa


cruzvermelhaportuguesa

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição humanitária, não-governamental de caráter voluntário e sem fins lucrativos, cuja principal missão é prestar assistência humanitária e social, contribuindo dessa forma para a defesa da vida, saúde e dignidade humana.

Para mais informações consulte: http://www.cruzvermelha.pt/voluntariado.html

Volunteer Abroad


É uma plataforma com oportunidades de voluntariado em viagem, para quem está disponível para suportar os custos da deslocação e do alojamento. Existem projetos em África, Ásia, Europa e América.

Os destinos mais populares incluem a Irlanda, a África do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia e a Índia.

As áreas de atuação mais populares são: saúde (medicina e enfermagem), ensino, conservação da natureza e trabalho em orfanatos. É possível fazer uma pesquisa por área de atuação e região.

Global Volunteers


globalvolunteernetwork

A Global Volunteer Network apoia o trabalho de organizações comunitárias locais em países através da colocação de voluntários internacionais.

Para mais informações consulte: http://www.bamboo-gvn.org/v/volunteer_abroad.php?source=homepage

Global Volunteers


globalvolunteers

A Global Volunteers disponibiliza programas de voluntariado individuais, para famílias, para estudantes e profissionais. No seu site é disponibilizado um mapa onde pode encontrar oportunidades de voluntariado em todo o mundo: China, Costa Rica, Cuba, Equador, Grécia, Índia, Itália, México, Peru, Polónia, Roménia, Tanzânia, Estados Unidos e Vietname.

Desde 1984 a Global Volunteers contribui para o desenvolvimento humano e económico de dezenas de países, tem desenvolvido trabalhos de curto prazo em projetos de longo prazo e firmado parcerias sustentadas com comunidades locais.

Para mais informações consulte: https://globalvolunteers.org/

Go abroad


goabroad

Neste site pode aceder a projetos de voluntariado em diversos países como a Índia, o Peru, a África do Sul, a Costa Rica, a Tailândia e o Equador.

Existem por exemplo projetos na área da saúde, conservação da natureza, construção ou trabalho em orfanatos.

Para mais informações consulte: https://www.goabroad.com/

Idealist


idealist

Este é como um site de emprego, mas de posições de voluntariado. Conta neste momento com mais de 12 mil oportunidades de voluntariado.

Para mais informações consulte: https://www.idealist.org/en/?orgType=GOVERNMENT&orgType=NONPROFIT&sort=relevance&type=VOLOP

World Wide Helpers


wwh

Este é mais uma organização que promove o voluntariado nas mais diversas áreas em mais de trinta países de todo o mundo.

Para mais informações consulte: http://www.worldwidehelpers.org/

Iniciativa Voluntários para a Ajuda da UE


euaidvolunteer

Uma iniciativa da Comissão Europeia, DG Ajuda Humanitária e Gestão de Crises

Para mais informações consulte: http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=8765&p_est_id=16839

International Student Volunteers

ISV


isv

É orientada para estudantes com diversos programas tendo em conta as idades dos mesmos. É uma organização com mais de trinta anos de existência.

Para mais informações consulte: http://www.isvolunteers.org/about

Nações Unidas


onu

“Os Voluntários Internacionais das Nações Unidas (ONU) promovem a paz e o desenvolvimento em comunidades ao redor do globo, mantendo os ideais e aspirações da ONU”, site da Organização das Nações Unidas.

Todos os anos existem cerca de 2 000 novas oportunidades de voluntariado internacional. Para se candidatar é necessário, em primeiro lugar, fazer o registo na Global Talent Pool.

Os projetos de voluntariado da ONU estão presentes nos mais diversos países mundiais e nas mais diversas áreas de atuação. De facto, os voluntários internacionais da ONU são provenientes de 160 países.

É necessário ter, pelo menos, 25 anos (não há idade máxima), formação superior, dois anos de experiência profissional e bons conhecimentos de inglês, espanhol ou francês.

Para mais informações consulte: https://www.unv.org/

Portal Europeu da Juventude


europeanyouth

Base de dados de Oportunidades de Voluntariado  do Portal Europeu da Juventude.

Para mais informações consulte: http://europa.eu/youth/volunteering/project_pt

Programa Internacional de Voluntariado WWF

WWF


wwf

A World Wide Fund For Nature (WWF) nasceu em 1961 e é uma das mais conhecidas ONG ambientalistas do mundo.

Destina-se a jovens voluntários com forte consciência ambiental e que queiram “ajudar a salvar o planeta”.

Disponibiliza projetos na Ásia, África, América Latina, Pacífico Sul e, mais especificamente, no Butão, Índia, Madagáscar, Paraguai e Senegal.

Os projetos visam contribuir para a conservação da diversidade biológica mundial, garantir a sustentabilidade dos recursos naturais renováveis e promover a redução da poluição e do desperdício à escala mundial.

Para mais informações consulte: http://wwf.panda.org/how_you_can_help/volunteer/volunteer/

Serviço Voluntário Europeu

SVE


servicovoluntarioeuropeu

O Serviço Voluntário Europeu (SVE) divulga oportunidades de voluntariado bem como informações úteis para preparar um período de voluntariado no estrangeiro.

O Serviço Voluntário Europeu (SVE) é um programa de voluntariado inserido no sub-programa Juventude em Ação do Programa Erasmus + (2014-2020), que permite levar a cabo um serviço de voluntariado com duração máxima de 12 meses num país diferente do seu de residência. É um serviço de aprendizagem essencialmente a nível não formal, pois possibilita a aquisição de novas competências a nível pessoal, educacional, social e profissional, bem como, a aprendizagem de novas línguas e a descoberta de novas culturas.

Para mais informações consulte: http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=5162&p_est_id=11153

Senior European Volunteers Exchange Network

SEVEN


SEVEN é uma rede internacional de 29 organizações que promovem o intercâmbio de voluntários reformados.

Para mais informações consulte: http://www.seven-network.eu/

Voluntariado internacional AMI

AMI


ami

A AMI tem igualmente missões que podem durar desde semanas, meses e até anos, para quaisquer profissionais que queiram colocar as suas competências ao serviço de vítimas de catástrofes ou crises.

“Na AMI, os voluntários são uma peça essencial e desempenham um papel fundamental na concretização dos projetos da instituição, atuando em duas áreas: nacional e internacional”, indica a Organização Não Governamental (ONG) portuguesa.

Nas suas missões internacionais, a AMI recorre a profissionais de diversas áreas: médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, engenheiros, etc., que aceitam por os seus conhecimentos e as suas competências ao serviço das populações vítimas de guerra, catástrofes naturais, subdesenvolvimento e crises de vária ordem.

Para mais informações consulte: https://ami.org.pt/

Voluntariado Jovem


ipdj

O Voluntariado Jovem integra jovens entre os 18 e os 30 anos.

Em Portugal existe um Organismo – Instituto Português do Desporto e da Juventude, I.P. (IPDJ) que tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude, em estreita colaboração com entes públicos e privados, designadamente com organismos desportivos, associações juvenis, estudantis e autarquias locais.

De igual modo, o IPDJ, I. P., visa dinamizar o apoio ao associativismo, ao voluntariado e promoção da cidadania, à ocupação de tempos livres, à educação não formal, à informação e à mobilidade geográfica dos jovens em Portugal e no estrangeiro. Propõe-se, ainda, revitalizar o turismo jovem, em particular no que respeita à rede de pousadas da juventude e ao Cartão Jovem, de modo a incrementar a mobilidade, com ganhos de eficiência e economia.

Desenvolve:

  • Programas e apoios para a criação de Associações Juvenis e de Estudantes;
  • Programa OTL – ocupação de tempos livres;
  • Campos de férias e Campos de Trabalho Internacionais;
  • Projectos de Voluntariado Jovem em diversas áreas como o apoio a idosos, a crianças, desporto, entre outros. (Programas: Voluntariado Jovem para as Florestas e Voluntariado na Promoção da Eficiência Energética).

Para mais informações consulte:
http://www.ipdj.pt/

Volunteer Action counts


gwirfoddolicymru

Este projeto foi criado com o intuito de criar uma comunidade mundial de partilha de todo o tipo de conteúdos e informações relacionadas com o voluntariado para que todos percebam a importância e o impacto do mesmo no mundo.

Para mais informações consulte: https://www.volunteering-wales.net/news/2013/08/02/volunteer-action-counts/

Publicações na área do Voluntariado


Outras Publicações


Guia das ONGD – Edição 2014

O Guia das ONGD, editado pela Plataforma Portuguesa das ONGD, pretende contribuir para um melhor conhecimento sobre o setor do Desenvolvimento em geral e sobre as Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma, o que fazem e onde intervêm.

Este Guia é um instrumento de trabalho e de consulta, útil a quem trabalha e/ou investiga nas áreas da Cooperação para o Desenvolvimento, Educação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária e de Emergência, assim como a todas as pessoas interessadas em saber mais sobre estas áreas e sobre as ONGD portuguesas.

Guia: http://issuu.com/plataformaongd/docs/guiadasongd_2014


Voluntariado – Relatório final 2012

O Relatório final 2012, elaborado pela Direção Regional da Solidariedade e Segurança Social, retrata o Voluntariado na Região Autónoma dos Açores.

Relatório Final: http://www.voluntariado.pt/preview_documentos.asp?r=2002&m=PDF


Voluntariado: Missão e Dádiva

A FEC, em parceria com a Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, elaborou um estudo intitulado “Voluntariado: missão e dádiva”, com o objetivo de conhecer em pormenor o fenómeno do voluntariado missionário em Portugal.

Estudo: http://fecongd.org/noticia.asp?noticiaid=34034&tipo_id=215


Vidas de Missão: 25 anos de voluntariado dos Leigos para o Desenvolvimento

Este Estudo foi realizado pela Universidade Católica Portuguesa por solicitação da Associação Leigos para o Desenvolvimento.

Estudo: http://www.uceditora.ucp.pt/resources/Documentos/UCEditora/Indices/Maio%2012/V%20Missao.pdf


Voluntariado para a Cooperação como estratégia de educação para o desenvolvimento em Portugal

Este Estudo foi realizado pela Escola Superior de Educação do Porto a pedido do Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária

Para mais informações contacte geral@isu.pt


Cadernos de Voluntariado da Fundação Eugénio de Almeida

A Fundação Eugénio de Almeida traduziu e editou, em 2010, os dois números que deram início à coleção de cadernos de voluntariado.
Uma coleção que visa orientar e potenciar a formação de dirigentes e técnicos de organizações enquadradoras de voluntários.

Acesso através http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt/banco-voluntariado/colecao-de-cadernos-de-voluntariado/3069.htm

Caderno 9 – Metodologias de análise da Realidade Global e Local

Caderno 8 – Sociedade da Informação e Voluntariado

Caderno 7 – Presença Pública do Voluntariado – Para uma reconstrução de cenários participativos.

Caderno 6 – Coordenação e Ação Voluntária

Caderno 5 – A Participação do Voluntariado no Desenvolvimento da Comunidade Local

Caderno 4 – A Referência de Grupo do Voluntariado

Caderno 3 – Motivações da Pessoa Voluntária – O Compromisso Inicial

Caderno 2 – Acompanhamento na Ação – A figura do Animador ou Animadora de Voluntariado

Caderno 1 – Os Itinerários Educativos do Voluntariado

Os cadernos são disponibilizados de forma gratuita a todas as organizações que os solicitem junto do Banco Local de Voluntariado de Évora.

Fundação Eugénio de Almeida
Páteo de S. Miguel
Apartado 2001 | 7001-901 ÉVORA
Tel.: (+351) 266 748 300 | (+351) 266 748 344
Fax: (+351) 266 748 349
http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt

Ver ainda Manual Voluntariado Inclusivo: Orientações para Desenvolvimento de um Programa de Voluntariado Mais Inclusivo.

Good Practice Guide. Recruitment, training and support of volunteers working in the Criminal Justice System.