(Art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

É o conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

Não são abrangidas pela presente Lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.

Medidas de Apoio ao Voluntariado


Três medidas essenciais para a consolidação, dinamização e qualificação do trabalho voluntário:

  • Uma Plataforma Informática, Portugal Voluntário, que visa facilitar, de forma flexível, o encontro entre quem quer desenvolver uma ação de voluntariado e as organizações que a promovem;
  • Um apoio financeiro direcionado para as organizações promotoras de voluntariado – que desenvolvam ações de voluntariado de continuidade, no domínio da ação social – para efeitos de pagamento das despesas em que incorram com o seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil dos/as voluntários/as que enquadram;
  • Uma linha de financiamento para ações de formação e de sensibilização na área do voluntariado, para qualificação do trabalho voluntário, na componente de capacitação dos/as voluntários/as e das entidades promotoras que promovem ações de voluntariado;

As medidas de apoio encontram-se integradas no âmbito da execução do Portugal 2020.

Plataforma Voluntariado


Portugal Voluntário


pv

Portugal Voluntário (www.portugalvoluntario.pt) é uma plataforma que visa facilitar o encontro entre quem quer desenvolver uma ação de voluntariado e as organizações que a promovem.

Veja o vídeo de apresentação da Plataforma:

Conheça a nova Plataforma de Voluntariado, Portugal Voluntário aqui

Saiba mais, consultando os seguintes documentos:

Guia de Utilizador Registo Organizações Promotoras de Voluntariado

Guia de Utilizador: Registo Iniciativas Locais de Voluntariado

Guia de Utilizador: Registo Voluntários/as

Apoio financeiro ao Seguro


Apoio financeiro às organizações promotoras de voluntariado para efeitos de pagamento das despesas em que incorram com o seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil dos voluntários que enquadram.

Portaria n.º 389/2018, DR, SÉRIE II — N.º 146 — 31/07/2018

Regulamento Medida de Apoio ao Voluntariado

Notícias


O que é ser voluntário/a

Voluntários/as


(Art.º 3.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

É o indivíduo que, de forma livre, desinteressada e responsável, se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.
A qualidade de voluntário não pode decorrer de relação de trabalho subordinado ou autónomo ou de qualquer relação de conteúdo patrimonial com a organização promotora, sem prejuízo de regimes especiais constantes da Lei.

Assim, ser voluntário/a é:

  • Assumir um compromisso com a organização promotora de voluntariado;
  • Desenvolver ações de voluntariado em prol dos indivíduos, famílias e comunidade;
  • Comprometer-se, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre;

Atuar como voluntário/a é ter um ideal por bem fazer, que assenta numa relação de solidariedade traduzida em:

  • Liberdade, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania ativa;
  • Responsabilidade pelas atividades que desenvolve com os/as destinatários/as;
  • Participação nas atividades a desenvolver pela organização promotora, no âmbito de aplicação do Programa de Voluntariado;
  • Gratuitidade no exercício da atividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente;
  • Complementaridade com a atividade dos/as profissionais, sem os/as substituir;
  • Convergência e harmonização com os interesses dos/as destinatários/as da ação e com a cultura e valores das organizações promotoras.

Direitos e Deveres


Atuar com as pessoas, famílias e comunidade é estabelecer uma relação de reciprocidade de dar e receber, que exige direitos e impõe deveres.

Direitos dos/as voluntários/as:

  • Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
  • Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;
  • Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;
  • Ter ambiente de trabalho favorável e com condições de higiene e de segurança;
  • Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
  • Ser reconhecido/a pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação.
  • Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

Deveres do/a voluntário/a para com:

  • Os/as destinatários/as:
    • Respeitar a vida privada e a dignidade da pessoa;
    • Respeitar as convicções ideológicas, religiosas e culturais;
    • Guardar sigilo sobre assuntos confidenciais;
    • Usar de bom senso na resolução de assuntos imprevistos, informando os/as responsáveis;
    • Atuar de forma gratuita e interessada, sem contrapartidas e compensações patrimoniais;
    • Contribuir para o desenvolvimento pessoal e integral do/a destinatário/a;
    • Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.
  • A organização promotora:
    • Observar os princípios e normas inerentes à atividade, em função dos domínios em que se insere;
    • Conhecer e respeitar estatutos e funcionamento da organização, bem como as normas dos respetivos programas e projetos;
    • Atuar de forma diligente, isenta e solidária;
    • Zelar pela boa utilização dos bens e meios postos ao seu dispor;
    • Participar em programas de formação para um melhor desempenho do seu trabalho;
    • Dirimir conflitos no exercício do seu trabalho de voluntário/a;
    • Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário.
    • Não assumir o papel de representante da organização sem o seu conhecimento ou prévia autorização;
    • Utilizar devidamente a identificação como voluntário/a no exercício da sua atividade;
      Informar a organização promotora com a maior antecedência possível sempre que pretenda interromper ou cessar o trabalho voluntário.
  • Os/as profissionais:
    • Colaborar com os/as profissionais da organização promotora, potenciando a sua atuação no âmbito de partilha de informação e em função das orientações técnicas inerentes ao respetivo domínio de atividade;
    • Contribuir para o estabelecimento de uma relação fundada no respeito pelo trabalho que cada um compete desenvolver.
  • Outros/as voluntários/as:
    • Respeitar a dignidade e liberdade de outros/as voluntários/as, reconhecendo-os/as como pares e valorizando o seu trabalho;
    • Fomentar o trabalho de equipa, contribuindo para uma boa comunicação e um clima de trabalho e convivência agradável;
    • Facilitar a integração, formação e participação dos/as voluntários/as.
  • A sociedade:
    • Fomentar uma cultura de solidariedade;
    • Difundir o voluntariado;
    • Conhecer a realidade sociocultural da comunidade, onde desenvolve a sua atividade de voluntário;
    • Complementar a acão social das entidades em que se integra;
    • Transmitir com a sua atuação, os valores e os ideais do trabalho voluntário.

Organizações Promotoras de Voluntariado


(Art.º 4.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

Consideram-se organizações promotoras as entidades públicas da administração central, regional ou local ou outras pessoas coletivas de direito público ou privado, legalmente constituídas, que reúnam condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua atividade.
A atividade que se refere tem de revestir interesse social e comunitário e pode ser desenvolvida nos domínios cívico, da ação social, da saúde, da educação, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, da defesa do consumidor, da cooperação para o desenvolvimento, do emprego e da formação profissional, da reinserção social, da proteção civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promoção do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza análoga.

Programa de Voluntariado


O trabalho voluntário só pode ter lugar num quadro de autonomia e pluralismo, alicerçado no princípio da responsabilidade, não decorrendo de uma relação subordinada nem com contrapartida financeira.

É neste contexto que se colocam as relações entre o/a voluntário/a e a organização promotora e é acordado entre ambos a realização do trabalho voluntário:

  • O compromisso;

Este compromisso, que a Lei designa por Programa de Voluntariado, decorre, assim, do encontro de vontades.

EXPRESSA a adesão livre, desinteressada e responsável do/a voluntário/a a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora;

CONSUBSTANCIA as relações mútuas da organização promotora e do/a voluntário/a, correspondentes ao conteúdo, à natureza e à duração do trabalho voluntário, num quadro de direitos e deveres de ambas as partes;

TRADUZ os princípios enquadradores do voluntariado, designadamente os princípios da solidariedade, complementaridade, responsabilidade, convergência e gratuitidade.

Modelo de Programa de Voluntariado

A CASES disponibiliza às organizações promotoras de atividades de voluntariado uma minuta de Programa de Voluntariado. Realça-se a necessidade de análise e de adaptação do documento face às especificidades do caso concreto.

A consulta e a eventual utilização da minuta do Programa de Voluntariado, disponibilizada pela CASES, não dispensa, nem pode dispensar, a consulta da legislação em vigor na área do voluntariado, pelas organizações promotoras.

Formação na área do Voluntariado


A formação constitui simultaneamente um direito do/a voluntário/a – “Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário”, e um dever – “Participar nos programas de formação destinados ao correto desenvolvimento do trabalho voluntário” (Conforme o disposto nos art.ºs 7.º e 8.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro).

Manual de Formação Geral em Voluntariado

O Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) no âmbito das suas competências editou, em 2005, um Manual de Formação em Voluntariado – Manual do Formador, que pretende servir de base às formações de formadores na área do voluntariado permitindo, contudo, que as organizações possam introduzir os elementos que considerem relevantes atendendo às suas especificidades, áreas e meios de atuação.

O Manual de Formação, que se apresenta em 12 módulos, assenta em metodologias dinâmicas e participativas, de modo a que permita o desenvolvimento de competências de cada formando/a.

O Manual reveste a forma de um dossier pedagógico, adaptável a cada contexto formativo.

Este manual poderá ser solicitado a:
Voluntariado – CASES
Rua Américo Durão, n.º 12-A
1900-064 Lisboa

Ou voluntariado@cases.pt

Legislação Nacional


Portaria n.º 389/2018, DR, SÉRIE II — N.º 146 — 31/07/2018

Regulamento Medida de Apoio ao Voluntariado

Decreto-Lei n.º 48/2017, de 22 de maio

Decreto-Lei n.º 39/2017, de 4 de abril
Altera as atribuições da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social – Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

Portaria n.º 68/2011, DR 26, SÉRIE I de 2011-02-07
4.ª alteração à Portaria n.º 1230/2006, de 15 de novembro, que cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Despacho n.º 6205 /2011, DR 71, SÉRIE II de 2011-04-11
Aprova o Programa Abrir Portas à Diferença 2011, a realizar pela fundação Inatel.

Portaria n.º 101/2011, DR 50, SÉRIE I de 2011-03-11
Estabelece um regime excepcional aplicável à iniciativa “Projecto Limpar Portugal”.

RCM n.º 62/2010, de 25 de agosto
Institui o Ano Europeu das Atividades de Voluntariado que Promovam Uma Cidadania Ativa em Portugal no ano de 2011 (AEV-2011) e determina a execução a nível nacional das atividades que lhe estão associadas.

Portaria n.º 1230/2006, de 15 de novembro
Cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de setembro
Regulamenta a Lei n.º 71/98, de 3 de novembro, que estabeleceu as bases do enquadramento jurídico do voluntariado.

Lei n.º 71/98, de 3 de novembro
Estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado

Decreto-Lei n.º 40/89, de 12 de fevereiro
Institui o seguro social voluntário, regime contributivo de carácter facultativo no âmbito da Segurança Social, em que podem ser enquadrados os voluntários. O seguro social voluntário foi objeto de adaptação ao voluntariado pelo decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de setembro

Legislação Internacional


Declaração Universal do Voluntariado de janeiro de 2001 (EN) / Declaração Universal do Voluntariado de janeiro de 2001 (PT)
Adotada pelo Conselho Internacional de Administradores da IAVE, Associação Internacional para o Esforço Voluntário, na sua 16.ª Conferência Mundial de Voluntariado, em Amesterdão.

Resolução 52/17 da Assembleia Geral das Nações Unidas
Proclama o ano de 2001 como o Ano Internacional dos Voluntários.

Resolução 40/212 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 17 de dezembro de 1985
Convida todos os governos a celebrar anualmente, a 5 de dezembro, o Dia Internacional dos Voluntários.

Organizações na área do Voluntariado


Nacionais


Bancos Locais de Voluntariado


Os Bancos Locais de Voluntariado (BLV) são um espaço de encontro entre as pessoas que expressam a sua disponibilidade e vontade para serem voluntárias e as organizações promotoras, interessadas em integrar voluntários/as nos seus projetos e coordenar o exercício da sua atividade.

Objetivos

  • Acolher candidaturas de pessoas interessadas em fazer Voluntariado, bem como receber solicitações de voluntários/as por parte de organizações promotoras;
  • Proceder ao encaminhamento de voluntários/as para organizações promotoras de Voluntariado;
  • Acompanhar a inserção de voluntários/as nas organizações promotoras de voluntariado;
  • Disponibilizar ao público informações sobre o Voluntariado;
  • Organizar ações de formação inicial para os/as voluntários/as.

Intervenientes

Voluntários/as, pessoas que, de forma livre, desinteressada e responsável, se comprometem, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de Voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.

Organizações Promotoras, pessoas coletivas de direito público ou privado, socialmente reconhecidas, que reúnam condições para integrar voluntários/as e coordenar o exercício da sua atividade, em domínios como o cívico, ação social, saúde, educação, ciência e cultura, defesa do património, do ambiente, entre outros.

Estas entidades podem encontrar nos Bancos Locais de Voluntariado o espaço ideal para divulgar os seus programas, bem como identificar interessados/as na adesão às suas ações.

Processo de constituição

As entidades que pretendam constituir um BLV (entidades enquadradoras) devem ser:

  • Pessoas coletivas de direito público (âmbito central, regional ou local) ou de direito privado. Ex: Câmaras Municipais, Fundações, Santas Casas da Misericórdia, IPSS, entre outros.

Estas entidades devem reunir meios próprios, técnicos, financeiros e logísticos, que permitam assegurar o funcionamento duma estrutura deste tipo.

Lista de Bancos Locais de Voluntariado – a disponibilizar brevemente

Bancos Locais de Voluntariado – Requisitos (a disponibilizar brevemente)

Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV)


cpv

A Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) foi constituída a 19 de janeiro de 2007.

Representa os voluntários de Portugal e as respetivas organizações, quaisquer que sejam os seus domínios de atividade, e contribui para a defesa dos respetivos direitos e interesses.

Objetivos principais:

  • Representar os voluntários de Portugal;
  • Preservar e atualizar a identidade do Voluntariado;
  • Cooperar com as organizações federadas, atuar na cooperação entre as organizações de voluntariado e entre estas e outras entidades;
  • Intensificar o papel do voluntariado na sociedade portuguesa.

A Confederação Portuguesa do Voluntariado congrega atualmente 35 organizações de voluntariado e promotoras de voluntariado – associações singulares, federações e confederações – com variados objetos de atuação, de âmbito nacional.

Contactos:

Morada: Av. Júlio Dinis, n.º 23, 1.º Esquerdo
1050-130 Lisboa

Site

E-mails: geral@convoluntariado.pt
presidente@convoluntariado.pt

Consultar localização aqui

Instituto Português do Desporto e Juventude

IPDJ


ipdj

O Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ) é um instituto público integrado na administração indireta do Estado, tutelado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude.

A missão deste Instituto é, de acordo com o previsto no artigo 3.º do Decreto-lei 98/2011 de 21 de setembro:

»(…) a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude, em estreita colaboração com entes públicos e privados, designadamente com organismos desportivos, associações juvenis, estudantis e autarquias locais»

Mais informações sobre o IPDJ, consultar aqui

Cooperativa de Solidariedade Social

APROXIMAR


aproximar

A APROXIMAR, Cooperativa de Solidariedade Social, é uma instituição sem fins lucrativos, criada em julho de 2006.

Tem como missão valorizar o capital social e humano das organizações e os seus stakeholders. Organiza e gere percursos pessoais, sociais, profissionais, no quadro do desenvolvimento de projetos à medida e de inovação social que transfiram e disseminem boas práticas, organizando cursos de formação à medida e prestando serviços de consultoria às organizações.

Enquanto entidade formadora, a Aproximar dinamiza ações de formação (modelo b-Learning), na área do Voluntariado, de:

  • Introdução ao Voluntariado (formação com a duração de um dia);
  • Voluntariado em Meio Prisional (formação modular e à-medida, com base no perfil do voluntário, que reflete as competências que precisam de ser melhoradas e nas quais a formação se irá focar).

A Aproximar dispõe de um Programa de Voluntariado em que os/as voluntários/as podem exercer um Voluntariado Social especializado nas áreas:

  • Gestão e Marketing;
  • Comunicação Social;
  • Design e Comunicação;
  • Desporto;
  • Dinamização de Grupos de Jovens;
  • Projetos de Inovação Social.

Para saber mais clique aqui

Associação para o Apoio a Instituições de Solidariedade Social

ENTRAJUDA


entreajuda

A ENTRAJUDA é um projeto na área da solidariedade social, que visa:

a) permitir às instituições de solidariedade social por si selecionadas melhorarem os serviços de apoio social, dotando-as de um conjunto de instrumentos e recursos de gestão e de organização suscetíveis de aumentar a eficiência dos seus meios e a eficácia dos seus resultados e,

b) mobilizar e facilitar o envolvimento de pessoas e empresas que pretendem associar-se com a sua boa vontade, colocando à disposição das instituições de solidariedade social o seu trabalho, o seu conhecimento, a sua experiência, os produtos e serviços que produzem ou fornecem.

Mais detalhes em aqui

Internacionais


Centro Europeu de Voluntariado

CEV


CEV

O Centro Europeu de Voluntariado (CEV) é uma Associação Europeia de Organizações de Voluntariado (com sede em Bruxelas), que tem como objetivo ser uma voz ativa para o Voluntariado, de modo a fortalecer as condições do seu exercício, orientadas para a sua promoção.
O CEV canaliza as prioridades e as preocupações coletivas dos seus membros para as Instituições da União Europeia, atuando como um fórum para a promoção de troca de políticas, práticas e informações sobre Voluntariado.
O CEV organiza conferências, seminários, workshops, e outras atividades.
Os membros do CEV, que se encontram em rede, são centros e organizações nacionais e regionais de Voluntariado, cujos objetivos principais são o desenvolvimento e promoção do Voluntariado.

Este Centro não tem membros individuais.

Para mais informações consulte aqui

Associação Internacional para o Esforço Voluntário

IAVE


internationalassociationvolunteereffort

A Associação Internacional para o Esforço Voluntário (IAVE) é uma Associação Internacional, não-governamental, que promove, reforça e comemora o Voluntariado em todo o mundo.

Esta Associação foi fundada em 1970 por um grupo de voluntários de vários países. Reúne organizações de voluntários, centros de voluntariado, entre outros, que formam uma rede internacional.

Tem membros individuais e institucionais em mais de 80 países, entre eles, Portugal.

Para mais informações consulte aqui

Clinks


clinks

A Clinks é uma organização que visa promover o trabalho Voluntário e Comunitário no Sistema de Justiça Criminal, através do apoio, representação e realização de campanhas em meio prisional, procurando transformar e reabilitar todos os agentes em benefício da sociedade.

Para mais informações consulte aqui

Voluntariado Internacional


O Voluntariado Internacional é desenvolvido por voluntários/as, por períodos mais ou menos longos, em países terceiros, em processo de desenvolvimento.

Esta atividade é promovida por organizações que desenvolvem projetos de voluntariado internacional, pela via da cooperação e da assistência internacional.

Voluntariado para a Cooperação é a ação de livre vontade, sem remuneração, em benefício de terceiros – Países em Desenvolvimento, no quadro de um programa de voluntariado de uma determinada organização promotora.

Nacionais

Organizações


Plataforma Portuguesa das Organizações não-governamentais para o Desenvolvimento

ONGD


ongd

A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, constituída em 1985, é uma associação privada sem fins lucrativos que representa a maioria das ONGD (Leigos para o Desenvolvimento, Cáritas Portuguesa, Fundação Envangelização e Culturas, Instituto de Apoio à Criança, Médicos do Mundo Portugal, União das Misericórdias Portuguesas, Leigos da Boa Nova, Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária, entre muitas outras) portuguesas registadas no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A Plataforma reúne as ONGD que trabalham para um mundo mais justo e equitativo, potenciando o trabalho das suas associadas, a nível político e legislativo, e promovendo as boas práticas, junto dos Países em Desenvolvimento, em áreas como a Cooperação para o Desenvolvimento, a Ajuda Humanitária e de Emergência e Educação para o Desenvolvimento.

Para mais informações consulte aqui 

Para Onde?


ponde

“Para onde?” é uma associação sem fins lucrativos que funciona como estrutura de envio e acolhimento de voluntários no âmbito de programas de voluntariado internacional de curta e longa duração e em paralelo, desenvolve projetos a nível nacional nas áreas de Voluntariado local, Ação para a inclusão e Voluntariado Corporativo.

A associação inclui nos seus projetos de voluntariado intervenções de diferentes grupos da sociedade e aborda várias áreas temáticas, permitindo aos voluntários a título individual ou em grupo o desenvolvimento das suas competências.

Têm programas de curta e longa duração (13). Deste 13, os mais recentes foram lançados em outubro de 2018: Guatemala, Marrocos e Cabo Verde (Ilha do Maio)

Para mais informações consulte aqui 

Internacionais

Organizações


AFS Internacional


afs

A AFS é uma Organização Não Governamental que proporciona oportunidades de aprendizagem intercultural.

A AFS é uma comunidade inclusiva de cidadãos globais, estudantes, famílias, voluntários, escolas e outros, que estão determinados a construir pontes entre culturas.

Para mais informações consulte aqui

Alliance of European Voluntary Service Organisations

Alliance


allianceeuropeanvoluntaryserviceorganization

A Alliance of European Voluntary Service Organisations é uma organização internacional não-governamental de juventude, que representa organizações nacionais que promovem a educação intercultural, compreensão e paz, através de serviço voluntário.

Para mais informações consulte aqui

Association of Voluntary Service Organisations


associationvoluntaryserviceorganizations

A Association of Voluntary Service Organisations é uma plataforma europeia de organizações sem fins lucrativos, envolvidas em melhorar a qualidade e a visibilidade dos programas de voluntariado.

Para mais informações consulte aqui 

Health Education Environment e Livelihood Society

HEEALS


Heeals logo

A HEEALS (Health Education Environment e Livelihood Society) é uma organização não governamental, sediada no Norte da Índia, que tem como principal objetivo capacitar as comunidades que residem no país, através da partilha do conhecimento das competências básicas, em áreas como a educação, a saúde, o ambiente e os meios de subsistência da população local. Procuram garantir que milhões de pessoas negligenciadas na Índia tenham voz e a oportunidade de alcançar uma vida melhor.
Trabalham em parceria com várias organizações, nomeadamente, com a UNICEF no Projeto Wash (Water Sanitation Hygiene in School). São membros do WSSCC (Water Supply and Sanitation Collaborative Council) e do “WASH United” na Campanha da Higiene Menstrual.

Para mais informações consulte aqui 

Internacionais

Organizações


Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento

AHEAD Rumos


ahead

A AHEAD, Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento, nasceu em 2007 e é uma ONGD que desenvolve projetos em Portugal, Moçambique e São Tomé e Príncipe com foco na educação.

Para mais informações consulte aqui

GASTagus


gastagus

O GASTagus é uma associação juvenil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo alertar e incentivar os jovens para a descoberta e promoção da dignidade humana por intermédio da realização de diversas ações de voluntariado em África e Portugal.

Para mais informações consulte aqui

Greenpeace


logo--green-peace

A Greenpeace é uma organização não-governamental que atua a nível mundial e procura a mudança de atitudes e comportamentos para proteger e preservar o meio ambiente. Esta organização enfrenta desafios globais, estando recetiva à participação de voluntários/as em função das campanhas que desenvolve.

Para mais informações consulte aqui

Médicos do Mundo


medicosdomundo

Os Médicos do Mundo são uma ONG de ajuda humanitária e cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa, que tem como objetivo principal a prestação global de cuidados de saúde.

Para mais informações consulte aqui

Paramédicos de Catástrofe Internacional

PCI


paramedicoscatastrofeinternacional

Os Paramédicos de Catástrofe Internacional destinam-se a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e na cooperação para o desenvolvimento, atuando em toda a parte do mundo.

Para mais informações clique aqui

Cross Cultural Solutions


crossculturalsolutiosn

Esta é uma organização não-governamental que promove projetos de voluntariado há mais de vinte anos, e opera igualmente em diversas áreas.

O objetivo, indica a Cross-Cultural Solutions, é contribuir para os cinco principais objetivos das Metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas: acabar com a pobreza e com a fome, garantir cuidados de saúde, assegurar uma educação de qualidade inclusiva e equitativa, e alcançar a igualdade de género.

Desde 1995, cerca de 35 mil estudantes e viajantes já realizaram ações de voluntariado através da Cross-Cultural Solutions. Existem opções para a Costa Rica, Tanzânia, Índia, Guatemala, Peru ou Marrocos, entre outros países.

Para mais informações consulte aqui

GVC – Grupo de Voluntariado Civil


gvc

A GVC – Grupo de Voluntariado Civil é uma ONG fundada em Itália em 1971, e está atualmente presente em 22 países. Promove projetos de cooperação em ajuda humanitária e desenvolvimento sustentável.

Para mais informações consulte aqui

Outras Organizações


winderness volunteers
centronazionalevolontariato
voluntariscat
medicossemfronteiras
youthserviceamerica
unenv2
unenv
platefomefrancophonevolontariat
volunteersweek
volunteerbenevoles
volunteercentres

Voluntariado Empresarial


A Responsabilidade Social das Empresas e o envolvimento destas em iniciativas sociais de apoio à comunidade, nomeadamente através da promoção e desenvolvimento de ações de Voluntariado, tem-se tornado um eixo do desenvolvimento das sociedades modernas.

Acompanhando esta evolução, também em Portugal se verifica um crescendo de projetos e iniciativas de Voluntariado Empresarial, acompanhado por uma valorização pública também acrescida do contributo destas ações para o bem-estar da comunidade e das próprias pessoas e organizações nelas envolvidas.

A expansão e o desenvolvimento de iniciativas de Voluntariado Empresarial podem ser fomentados através da disseminação de boas práticas em curso e da demonstração do reconhecimento público da sua importância, por forma a criar um efeito multiplicador junto de um maior número de empresas.

Por outro lado, a promoção do Voluntariado em Portugal só poderá ser efetivada mediante o envolvimento simultâneo de todos os setores da sociedade, potenciando neste esforço o contributo do setor empresarial.

Documentos Relacionados


Comissão das Comunidades Europeias
COM (2001) 366 final / Bruxelas, 18.07.2001
Livro Verde – Promover um Quadro Europeu para a Responsabilidade Social das Empresas

Comissão das Comunidades Europeias
COM (2002) 347 final / Bruxelas, 02.07.2002
Comunicação da Comissão relativa à responsabilidade social das empresas – “Um contributo das empresas para o desenvolvimento sustentável”

Programas e Projetos de Voluntariado


Global Volunteer

AIESEC


aiesec

O Global Volunteer é uma iniciativa da AIESEC que tem o “objetivo de ativar o potencial de liderança dos jovens ao envolvê-los e mobilizá-los através de projetos multiculturais que visam contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Destina-se a jovens entre os 18 e os 30 anos e pode durar, na maioria dos casos, 4, 6 ou 8 semanas.

É preciso fazer um registo no Portal de Oportunidades e preencher o perfil. Depois disso, basta fazer a candidatura às oportunidades desejadas. Existem projetos de voluntariado no Peru, na Noruega, no Egipto, no Brasil, na Albânia ou no Bahrein, entre outros.

Para mais informações consulte aqui

Campos de Trabalho Internacionais

CTI


Os Campos de Trabalho Internacionais (CTI) para Jovens inserem-se num programa de intercâmbio de jovens de diferentes países, com vista ao reconhecimento das diferentes identidades culturais e à consciencialização do mosaico cultural mundial.

Para mais informações consulte aqui.

Voluntariado Europeu

Corpo Europeu de Solidariedade


corpoeuropeusolidariedade

Iniciativa da União Europeia dirigida aos jovens, dando-lhes a oportunidade de fazer voluntariado ou de trabalhar em projetos, no próprio país ou no estrangeiro, em benefício de pessoas e comunidades de toda a Europa.

Todos os jovens que participam no Corpo Europeu de Solidariedade concordam com a sua Missão e Princípios e comprometem-se a respeitá-los.

Aos 17 anos já te podes inscrever no Corpo Europeu de Solidariedade, mas só podes participar num projeto depois de fazeres 18 anos. A participação nos projetos do Corpo Europeu de Solidariedade está aberta aos jovens até aos 30 anos de idade.

Depois de se inscreverem, os participantes no Corpo Europeu de Solidariedade podem ser selecionados e convidados a integrar uma vasta gama de projetos, relacionados, por exemplo, com a prevenção das catástrofes naturais ou a reconstrução na sequência de catástrofes deste tipo, a assistência em centros de requerentes de asilo ou a resposta a outras questões sociais a nível da comunidade.

Os projetos apoiados pelo Corpo Europeu de Solidariedade podem durar entre dois e doze meses, decorrendo, regra geral, em países da União Europeia.

Para mais informações consulte aqui

Cruz Vermelha Portuguesa


cruzvermelhaportuguesa

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição humanitária, não-governamental de caráter voluntário e sem fins lucrativos, cuja principal missão é prestar assistência humanitária e social, contribuindo dessa forma para a defesa da vida, saúde e dignidade humana.

Para mais informações consulte aqui

Volunteer Abroad


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É uma plataforma com oportunidades de voluntariado em viagem, para quem está disponível para suportar os custos da deslocação e do alojamento. Existem projetos em África, Ásia, Europa e América.

Os destinos mais populares incluem a Irlanda, a África do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia e a Índia.

As áreas de atuação mais populares são: saúde (medicina e enfermagem), ensino, conservação da natureza e trabalho em orfanatos. É possível fazer uma pesquisa por área de atuação e região.

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Global Volunteers


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A Global Volunteer Network apoia o trabalho de organizações comunitárias locais em países através da colocação de voluntários internacionais.

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Global Volunteers


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A Global Volunteers disponibiliza programas de voluntariado individuais, para famílias, para estudantes e profissionais. No seu site é disponibilizado um mapa onde pode encontrar oportunidades de voluntariado em todo o mundo: China, Costa Rica, Cuba, Equador, Grécia, Índia, Itália, México, Peru, Polónia, Roménia, Tanzânia, Estados Unidos e Vietname.

Desde 1984 a Global Volunteers contribui para o desenvolvimento humano e económico de dezenas de países, tem desenvolvido trabalhos de curto prazo em projetos de longo prazo e firmado parcerias sustentadas com comunidades locais.

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Go abroad


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Informação sobre projetos de voluntariado em diversos países como a Índia, o Peru, a África do Sul, a Costa Rica, a Tailândia e o Equador.

Existem, por exemplo, projetos na área da saúde, conservação da natureza, construção ou trabalho em orfanatos.

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Idealist


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Este é como um site de emprego, mas de posições de voluntariado, com dezenas de milhar de oportunidades de voluntariado.

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World Wide Helpers


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Este é mais uma organização que promove o voluntariado nas mais diversas áreas em mais de trinta países de todo o mundo.

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O Grão


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O Grão é um projeto de voluntariado internacional, formado por estudantes universitários e jovens profissionais, com inspiração Jesuíta. O seu principal objetivo é promover a formação dos jovens voluntários facultando-lhes competências para a realização de Missões para o desenvolvimento, de curta duração. As Missões são realizadas em países Africanos de expressão Portuguesa durante os meses de Verão, em cooperação com ONG’s e outras organizações locais.
Fundado em 2005, nasceu como resultado da forte vontade de criar, no seio do Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loyola (CREU-IL, Centro Universitário da Companhia de Jesus no Porto), um projeto de voluntariado missionário voltado para a intervenção nos países em desenvolvimento de expressão portuguesa.

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Volunteer Escapes


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Vídeo de apresentação do Projeto

O projeto VOLUNTEER ESCAPES é um dos quatro apoiados pelo Programa LIFE, em toda a Europa, para ensaiar e avaliar a viabilidade de recorrer a voluntários do Corpo Europeu de Solidariedade para apoiar atividades de conservação da natureza e biodiversidade.
Globalmente, espera-se que os trabalhos do projeto permitam, entre outros, acolher, pelo menos, 175 voluntários para a realização de atividades de voluntariado úteis à conservação da natureza e biodiversidade, no campo e/ou em escritório, abrangendo sobretudo áreas da Rede Natura 2000 e/ou espécies e habitats protegidos por políticas europeias como as Diretivas Aves e Habitats.
À medida que disponíveis, as ofertas serão comunicadas e divulgadas na página Facebook do projeto.

Os interessados, com idades entre os 18 e os 30 anos, terão de estar registados na Base de Dados do Corpo Europeu de Solidariedade, para a elas poderem concorrer.
Para mais informações, clique aqui (pdf)

Iniciativa Voluntários para a Ajuda da UE


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Uma iniciativa da Comissão Europeia, Direção-Geral da Proteção Civil e das Operações de Ajuda Humanitária Europeias (DG ECHO).

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Nações Unidas


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“Os Voluntários Internacionais das Nações Unidas (ONU) promovem a paz e o desenvolvimento em comunidades ao redor do globo, mantendo os ideais e aspirações da ONU”,  in site da Organização das Nações Unidas.

Todos os anos existem cerca de duas mil novas oportunidades de voluntariado internacional. Para se candidatar é necessário fazer o registo na Global Talent Pool.

Os projetos de voluntariado da ONU estão presentes nos mais diversos países mundiais e nas mais diversas áreas de atuação. De facto, os voluntários internacionais da ONU são provenientes de 160 países.

Não há idade máxima, mas é necessário ter, pelo menos, 25 anos, formação superior, dois anos de experiência profissional e bons conhecimentos de inglês, espanhol ou francês.

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Portal Europeu da Juventude


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Base de dados de Oportunidades de Voluntariado  do Portal Europeu da Juventude.

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Programa Internacional de Voluntariado WWF

WWF


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A World Wide Fund For Nature (WWF) nasceu em 1961 e é uma das mais conhecidas ONG ambientalistas do mundo.

Destina-se a jovens voluntários com forte consciência ambiental e que queiram “ajudar a salvar o planeta”.

Disponibiliza projetos na Ásia, África, América Latina, Pacífico Sul e, mais especificamente, no Butão, Índia, Madagáscar, Paraguai e Senegal.

Os projetos visam contribuir para a conservação da diversidade biológica mundial, garantir a sustentabilidade dos recursos naturais renováveis e promover a redução da poluição e do desperdício à escala mundial.

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Serviço Voluntário Europeu

SVE


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O Serviço Voluntário Europeu (SVE) divulga oportunidades de voluntariado bem como informações úteis para preparar um período de voluntariado no estrangeiro.

É um programa de voluntariado inserido no sub-programa Juventude em Ação do Programa Erasmus + (2014-2020), que permite levar a cabo um serviço de voluntariado, com duração máxima de 12 meses, num país diferente do seu de residência.

É um serviço de aprendizagem, essencialmente, a nível não formal, pois possibilita a aquisição de novas competências a nível pessoal, educacional, social e profissional, e a aprendizagem de novas línguas e a descoberta de novas culturas.

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Senior European Volunteers Exchange Network

SEVEN


SEVEN é uma rede internacional de 29 organizações que promovem o intercâmbio de voluntários reformados.

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Voluntariado internacional AMI

AMI


ami

A AMI tem missões que podem durar desde semanas, meses e até anos, para quaisquer profissionais que queiram colocar as suas competências ao serviço de vítimas de catástrofes ou crises.

“Na AMI, os voluntários são uma peça essencial e desempenham um papel fundamental na concretização dos projetos da instituição, atuando em duas áreas: nacional e internacional”, indica a Organização Não Governamental (ONG) portuguesa.

Nas suas missões internacionais, recorre a profissionais de diversas áreas (médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, engenheiros, etc.) que aceitam por os seus conhecimentos e as suas competências ao serviço das populações vítimas de guerra, catástrofes naturais, subdesenvolvimento e crises de várias ordens.

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Voluntariado Jovem


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O Voluntariado Jovem integra jovens entre os 18 e os 30 anos.

Em Portugal existe um Organismo – Instituto Português do Desporto e da Juventude, I.P. (IPDJ) que tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude, em estreita colaboração com entes públicos e privados, designadamente com organismos desportivos, associações juvenis, estudantis e autarquias locais.

De igual modo, o IPDJ, I. P., visa dinamizar o apoio ao associativismo, ao voluntariado e promoção da cidadania, à ocupação de tempos livres, à educação não formal, à informação e à mobilidade geográfica dos jovens em Portugal e no estrangeiro. Propõe-se, ainda, revitalizar o turismo jovem, em particular no que respeita à rede de pousadas da juventude e ao Cartão Jovem, de modo a incrementar a mobilidade, com ganhos de eficiência e economia.

Desenvolve:

  • Programas e apoios para a criação de Associações Juvenis e de Estudantes;
  • Programa OTL – ocupação de tempos livres;
  • Campos de férias e Campos de Trabalho Internacionais;
  • Projetos de Voluntariado Jovem em diversas áreas como o apoio a idosos, a crianças, desporto, entre outros. (Programas: Voluntariado Jovem para as Florestas e Voluntariado na Promoção da Eficiência Energética).

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Medicina Mais Perto: Moçambique


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O Medicina Mais Perto: Moçambique (MMP: MZ) é um projeto de voluntariado internacional da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML), realizado em Maputo e na Matola (Moçambique), o qual, através da cooperação com associações parceiras moçambicanas, contribui para o desenvolvimento, capacitação e melhoria da qualidade de vida da população local, sobretudo na área da saúde.

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A Broader View Volunteers


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A Broader View Volunteers, fundada em 2007, é uma Organização Não Governamental que sob o lema “amor pela humanidade” promove oportunidades de voluntariado em 25 países e nos mais variados âmbitos de ação. Entre as opções destacam-se a conservação ambiental, prevenção ao HIV, Direitos Humanos, conservação de tartarugas marinhas, programas de ensino e educação, entre outros. Adicionalmente, existem programas de voluntariado de curta duração (1-4 semanas) e longa duração (3-6 meses).

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Venture With Impact


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O projeto “Venture With Impact” é destinado a profissionais que queiram desenvolver as suas competências pessoais e profissionais através de programas de voluntariado enquanto continuam a trabalhar remotamente.

O motto da “Venture With Impact” é a conciliação entre a carreira e a oportunidade de contribuir para um bem maior. Desta forma, pretende-se a maior inclusão da população empregada em ações de voluntariado nacionais e internacionais.
Existem diferentes programas em diferentes locais, de acordo com as oportunidades disponíveis no momento, com durações também elas variáveis.

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VOYCE – Volunteering Youth: Routes and tools for Competence’s Emersion


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A VOYCE é um projeto financiado pela União Europeia e propõe-se melhorar os resultados de aprendizagem dos jovens voluntários, promovendo a sua empregabilidade. “O voluntariado é uma atividade que pode oferecer um impulso significativo ao crescimento individual dos jovens, bem como proporcionar uma ponte para entrar no mercado de trabalho.” Pretende-se criar ferramentas específicas para o reconhecimento das competências adquiridas pelos voluntários nas atividades de voluntariado, bem como melhorar o tipo de experiência. A VOYCE acredita que a validação de competências pode demonstrar que, através do voluntariado, os voluntários podem desenvolver habilidades transversais, cruciais e duradouras, essenciais para o autoconhecimento e úteis para o mercado de trabalho.

A validação de competências começam com o manual e os seus anexos, isto é, com o preenchimento dos formulários e a atribuição de um certificado assinado pela entidade promotora de voluntariado e depois com a inscrição na plataforma online (ainda não disponível), onde os voluntários podem criar um perfil público que poderá ser visto por entidades empregadoras e recrutadores.

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Newsletter n.º 4 Versão Português English Français

Newsletter n.º 5 Português

Publicações na área do Voluntariado


Publicações da CASES


Inquérito ao Trabalho 2012, CASES e INE – ver documento

Publicações emitidas pelo Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado


Estudo de Caracterização do Voluntariado em Portugal

Notas Conclusivas sobre o Estudo sobre o Voluntariado

PROACT- Relatório do estudo sobre a caracterização do Voluntariado em Portugal

Guia do Voluntário

Outras Publicações


Guia das ONGD – edição 2014

O Guia das ONGD, editado pela Plataforma Portuguesa das ONGD, pretende contribuir para um melhor conhecimento sobre o setor do Desenvolvimento em geral e sobre as Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma, o que fazem e onde intervêm.

É um instrumento de trabalho e de consulta, útil a quem trabalha e/ou investiga nas áreas da Cooperação para o Desenvolvimento, Educação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária e de Emergência, assim como a todas as pessoas interessadas em saber mais sobre estas áreas e sobre as ONGD portuguesas.

Guia: clique aqui


Voluntariado – Relatório final 2012

O Relatório final 2012, elaborado pela Direção Regional da Solidariedade e Segurança Social, retrata o Voluntariado na Região Autónoma dos Açores.

Relatório Final: clique aqui (pdf)


Voluntariado: Missão e Dádiva

A FEC, em parceria com a Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti, elaborou um estudo intitulado “Voluntariado: missão e dádiva”, com o objetivo de conhecer em pormenor o fenómeno do voluntariado missionário em Portugal.

Estudo: clique aqui


Vidas de Missão: 25 anos de voluntariado dos Leigos para o Desenvolvimento

Este Estudo foi realizado pela Universidade Católica Portuguesa, por solicitação da Associação Leigos para o Desenvolvimento.

Estudo: clique aqui (pdf)


Voluntariado para a Cooperação como estratégia de educação para o desenvolvimento em Portugal

Este Estudo foi realizado pela Escola Superior de Educação do Porto a pedido do Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária

Para mais informações contacte geral@isu.pt


Cadernos de Voluntariado da Fundação Eugénio de Almeida

A Fundação Eugénio de Almeida traduziu e editou, em 2010, os dois números que deram início à coleção de cadernos de voluntariado.
Uma coleção que visa orientar e potenciar a formação de dirigentes e técnicos de organizações enquadradoras de voluntários.

Caderno 9 – Metodologias de análise da Realidade Global e Local

Caderno 8 – Sociedade da Informação e Voluntariado

Caderno 7 – Presença Pública do Voluntariado – Para uma reconstrução de cenários participativos.

Caderno 6 – Coordenação e Ação Voluntária

Caderno 5 – A Participação do Voluntariado no Desenvolvimento da Comunidade Local

Caderno 4 – A Referência de Grupo do Voluntariado

Caderno 3 – Motivações da Pessoa Voluntária – O Compromisso Inicial

Caderno 2 – Acompanhamento na Ação – A figura do/a Animador/a de Voluntariado

Caderno 1 – Os Itinerários Educativos do Voluntariado

Os cadernos são disponibilizados de forma gratuita a todas as organizações que os solicitem junto do Banco Local de Voluntariado de Évora.

Fundação Eugénio de Almeida
Páteo de S. Miguel
Apartado 2001 | 7001-901 Évora
Tel.: (+351) 266 748 300 | (+351) 266 748 344
Fax: (+351) 266 748 349
http://www.fundacaoeugeniodealmeida.pt

Consultar Manual Voluntariado Inclusivo: Orientações para Desenvolvimento de um Programa de Voluntariado Mais Inclusivo.

Good Practice Guide. Recruitment, training and support of volunteers working in the Criminal Justice System.


Newsletters CPV  – Confederação Portuguesa do Voluntariado

N.º 84

N.º 85

N.º 86

N.º 87

N.º 89

N.º 90


Newsletters CEV – European Volunteer Center

março 2018

abril 2018

maio 2018

junho 2018

julho 2018

setembro 2018

outubro 2018


State of the Word’s Volunteerism Report UN

O State of the Word’s Volunteerism Report UN é uma publicação emblemática da ONU para informar e defender o papel e a contribuição do voluntariado para a paz e o desenvolvimento.

Relatório 2015

Relatório 2018


European Solidarity Corps; State of play June 2018

Este paper apresenta uma visão geral da situação do Corpo Europeu de Solidariedade, bem como alguns exemplos de atividades desenvolvidas nos diferentes países.

Consultar aqui

Estudos, dissertações e outros materiais que promovem a reflexão e a investigação na área do voluntariado

Estudos e Investigações