O que é o Voluntariado?

(Art.º 2.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

É o conjunto de ações de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade, desenvolvidos sem fins lucrativos por entidades públicas ou privadas.

Não são abrangidas pela presente Lei as atuações que, embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.

Medidas de Apoio ao Voluntariado


Três medidas essenciais para a consolidação, dinamização e qualificação do trabalho voluntário:

  • Uma Plataforma Informática, Portugal Voluntário, que visa facilitar, de forma flexível, o encontro entre quem quer participar numa ação de voluntariado e as organizações que a promovem;
  • Um apoio financeiro direcionado para as organizações promotoras de voluntariado – que desenvolvam ações de voluntariado de continuidade, no domínio da ação social – para pagamento das despesas com o seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil dos/as voluntários/as que enquadram;
  • Uma qualificação do trabalho voluntário através de ações de formação e de sensibilização para a capacitação dos/as voluntários/as e das entidades promotoras que desenvolvem ações de voluntariado.

As medidas de apoio encontram-se integradas no âmbito da execução do Portugal 2020.

Plataforma Portugal Voluntário


Portugal Voluntário (www.portugalvoluntario.pt) é uma plataforma que visa facilitar o encontro entre quem quer participar numa ação de voluntariado e as organizações que a promovem.

Veja o vídeo de apresentação da Plataforma aqui

Plataforma Portugal Voluntário

Para saber mais sobre a Plataforma, consulte os Guias de Utilizadores:

Perguntas Frequentes


 
O que é ser voluntário/a?

É o indivíduo que, de forma livre, desinteressada e responsável, se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.
A qualidade de voluntário/a não pode, de qualquer forma, decorrer de relação de trabalho subordinado ou autónomo ou de qualquer relação de conteúdo patrimonial com a organização promotora, sem prejuízo de regimes especiais constantes da Lei.
A integração de cidadãos/as estrangeiros/as está condicionada à obtenção do visto de residência, de estada temporária ou de curta duração no país.

Quais os direitos dos/as voluntários/as?

  • Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;
  • Ter acesso a programas de formação inicial e contínua;
  • Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e avaliação técnica;
  • Estar coberto/a pelos riscos a que está sujeito e dos prejuízos que pode provocar a terceiros no exercício da sua atividade;
  • Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;
  • Participar nas decisões que dizem respeito ao seu trabalho;
  • Ser reconhecido/a pelo trabalho que desenvolve com acreditação e certificação;
  • Estabelecer com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

Quais os deveres do/a voluntário/a para com a organização promotora?

  • Observar os princípios e normas inerentes à atividade, em função dos domínios em que se insere;
  • Conhecer e respeitar os estatutos e funcionamento da organização, bem como as normas dos respetivos programas e projetos;
  • Atuar de forma diligente, isenta e solidária;
  • Zelar pela boa utilização dos bens e meios postos ao seu dispor;
  • Participar em programas de formação para um melhor desempenho do seu trabalho;
  • Dirimir conflitos no exercício do seu trabalho de voluntário/a;
  • Garantir a regularidade do exercício do trabalho voluntário;
  • Não assumir o papel de representante da organização sem seu conhecimento ou prévia autorização;
  • Utilizar devidamente a identificação como voluntário/a no exercício da sua atividade;
  • Informar a organização promotora com a maior antecedência possível sempre que pretenda interromper ou cessar o trabalho voluntário.

Ver também: https://www.cases.pt/voluntariado/#voluntarios

O que se pretende com o Questionário de Avaliação da Ação?

Na Plataforma Portugal Voluntário, o/a voluntário/a tem a possibilidade de preencher um Questionário de Avaliação da Ação de Voluntariado, podendo assim, participar ativamente no conhecimento, por parte da OPV e das ILV, dos aspetos positivos e dos aspetos a melhorar, potenciando a melhoria da atuação das organizações e a prática de voluntariado, de forma qualificada, responsável e dinâmica.

É possível emitir um Certificado de Participação?

No final de cada ação de voluntariado a OPV e ILV pode emitir um certificado de Participação do/a Voluntário/a nas Ações de Voluntariado, valorizando e reconhecendo a prática de voluntariado realizada.

Como funciona o processo de registo na plataforma?

Consulte o Guia de Registo para conhecer o processo de registo.
Veja ainda o Vídeo de Registo

Qual a documentação a submeter na Plataforma para efeitos de registo e posterior acreditação?

Aquando o registo na Plataforma deverá submeter os seguintes documentos para efeitos da acreditação:

  • Documento oficial que comprove a constituição da organização;
  • Estatutos atualizados em vigor;
  • Declaração de situação regularizada com a Segurança Social;
  • Declaração de situação regularizada com a Administração Fiscal.

Alerta-se ainda para o facto de o nome e extensão de um documento não poder ser superior a 100 caracteres nem possuir espaços ou caracteres especiais (! @ # $ % ^ & * ( ) _ + | ` ? = { } [ ] : ? ; ? < > ? , . /). A preparação dos documentos necessários à acreditação deverá ocorrer previamente ao acesso ao formulário de registo.

Quem são as organizações promotoras de voluntariado?

São as organizações públicas da administração central, regional ou local ou outras pessoas coletivas de direito público ou privado, legalmente constituídas, que reúnam condições para integrar voluntários/as e coordenar o exercício da sua atividade (Lei n.º 71/98, 3 de novembro).
De acordo com o Decreto-Lei n.º 389/99, 30 de setembro, são organizações promotoras de voluntariado as que reúnem condições para integrar voluntários/as e coordenar o exercício da sua atividade e desenvolvam atividades nos seguintes domínios: cívico, da ação social, da saúde, da educação, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, da defesa do consumidor, da cooperação para o desenvolvimento, do emprego e da formação profissional, da reinserção social, da proteção civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promoção do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza análoga.
Assim, as referidas organizações devem integrar-se numa das seguintes categorias:
a) Pessoas coletivas de direito público de âmbito nacional, regional ou local;
b) Pessoas coletivas de utilidade pública administrativa;
c) Pessoas coletivas de utilidade pública, incluindo as instituições particulares de solidariedade social.
Caso não se enquadrem nas mencionadas categorias, podem ainda ser consideradas organizações promotoras de voluntariado outras organizações, desde que o Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social considere com interesse as suas atividades e efetivo e relevante o seu funcionamento.

O que é o processo de Acreditação?

A acreditação efetua-se com o registo da organização promotora de voluntariado na plataforma www.portugalvoluntario.pt e a respetiva validação por parte da CASES, permitindo o acesso a apoios financeiros.
Esta acreditação é conferida mediante a verificação dos seguintes requisitos:
a) Estarem regularmente constituídas e registadas;
b) Terem as situações tributária e contributiva regularizadas, perante, respetivamente, a administração fiscal e a segurança social;
c) Não se encontrarem em situação de incumprimento no que respeita a quaisquer apoios financeiros e terem a situação regularizada em matéria de restituições no âmbito dos financiamentos dos fundos europeus estruturais e de investimento (FEEI);
d) Disporem de credencial válida, no caso das cooperativas, emitida pela CASES nos termos do n.º 1 do artigo 117.º do Código Cooperativo.

Como funciona o processo de registo na plataforma?

Consulte o Guia de Registo para conhecer o processo de registo.
Veja ainda o Vídeo de Registo

O que se entende por iniciativas locais de voluntariado?

Correspondem a iniciativas ou estruturas que promovem o encontro entre a oferta e procura de Voluntariado, sensibilizam os/as cidadãos/as e as organizações para a sua prática, divulgam projetos e oportunidades de voluntariado, contribuem para o aprofundamento do conhecimento do mesmo e disponibilizam ao público informações sobre o voluntariado.
Reconhecendo o papel que estas iniciativas possuem a nível local, a plataforma surge como um complemento ao seu trabalho, colocando ao serviço das organizações promotoras os recursos e os apoios disponíveis.
(Ex: Bancos Locais de Voluntariado, Bolsas de Voluntariado e Organizações que apoiam a prática do voluntariado junto de organizações promotoras de voluntariado).

O que se entende por Entidades Enquadradoras?

São consideradas entidades enquadradoras das Iniciativas Locais de Voluntariado, as Entidades que disponibilizam meios próprios para efeitos de criação de uma estrutura vocacionada para a promoção do encontro entre a oferta e a procura de voluntariado.

Como funciona o processo de registo na plataforma?

Consulte o Guia de Registo para conhecer o processo de registo.
Veja ainda o Vídeo de Registo

O que é a Plataforma Portugal Voluntário?

O que é a Plataforma Portugal Voluntário?

A quem se destina a Plataforma Portugal Voluntário?

A plataforma destina-se a todas as pessoas individuais interessadas em promover uma ação de voluntariado, às organizações promotoras de ações de voluntariado acreditadas e também às iniciativas locais que apoiam organizações promotoras de voluntariado (Bancos Locais de Voluntariado, Bolsas de Voluntariado e outras entidades)

Como funciona a Plataforma Portugal Voluntário?

A plataforma pretende através da inscrição de voluntários/as e ações de voluntariado facilitar o contacto e promover a participação e a visibilidade do trabalho voluntário.
Adicionalmente, com processos mais céleres, garantir o total cumprimento dos requisitos legais previstos na Lei de Bases do Voluntariado e respetiva regulamentação, valorizando um voluntariado mais qualificado, responsável e dinâmico.

Quais são os passos para a inserção de uma ação de voluntariado por parte da organização promotora de voluntariado?

Após o processo de acreditação, a organização poderá inserir as ações de voluntariado disponíveis, as datas de realização, o local, o número de voluntários/as que procura, bem como o perfil preferencial dos/as mesmos/as.

Para os/as voluntários/as, o que se segue após a sua inscrição?

Após a submissão dos dados para registo na Plataforma Portugal Voluntário, a CASES validará e confirmará a inscrição, facultando o acesso à área pessoal do/a voluntário/a. A partir deste momento o/a voluntário/a poderá ter acesso e visualizar as ofertas de voluntariado disponíveis.

Quais são os passos para a inscrição numa ação de voluntariado para o/a voluntário/a?

Após a validação do registo e acesso à área pessoal, o/a voluntário/a terá acesso a um conjunto de ações de voluntariado, podendo demonstrar a sua intenção de participação através da aceitação dos convites. Os/as voluntários/as podem candidatar-se a várias ações de voluntariado, sendo que em caso de deferimento em mais do que uma, as mesmas são cumulativas desde que compatíveis em termos de disponibilidade.

É possível ao/à voluntário/a entrar em contacto com a organização promotora de voluntariado e vice-versa?

Apenas as organizações promotoras de voluntariado poderão entrar em contacto com os /as voluntários/as.
Após aceitação da ação de voluntariado por parte dos/as voluntários/as, a organização passará a ter acesso aos elementos de informação de cada voluntário/a, pelo que poderá entrar em contacto, através de telefone ou de email, para efeitos de marcação de reuniões e/ou entrevistas.

O que é o Programa de Voluntariado?

O Programa de Voluntariado corresponde ao acordo entre a organização promotora de voluntariado e o/a voluntário/a, onde consta as normas, direitos e deveres de todas as partes no âmbito do trabalho voluntário.
Após a aceitação por parte do/a voluntário/a e a organização promotora a plataforma emite um modelo do documento indicado, podendo ser adotados outros modelos.

O que é o Cartão de Identificação de Voluntário?

O Cartão de Identificação de Voluntário/a visa cumprir um requisito da Lei de Bases do Voluntariado, permitindo a identificação como voluntário/a no exercício da sua atividade.
Após a emissão do Programa de Voluntariado a plataforma emite o cartão que deverá ser utilizado pela organização promotora de voluntariado e entregue ao/à voluntário/a.
Caso a impressão do cartão fique desformatada, verifique nas opções da impressora se as margens do documento se encontram selecionadas. Caso existam margens selecionadas retire-as selecionando a opção “nenhuma”.

O que significam os diferentes estados?

VOLUNTÁRIOS/AS:
Pendente – Primeiro estado de um voluntário/a (utilizador da plataforma) e acontece após o registo ou após uma alteração de dados.
Rascunho – Quando é solicitado ao/à voluntário/a um suprimento de informação, pela CASES.
Indeferido – Quando não é aceite pela CASES, correspondendo a um estado terminal.
Deferido – Após validação da CASES, ou quando registado por uma ILV, passa a ser considerado para a pré-seleção automática de voluntários/as.

ORGANIZAÇÕES PROMOTORAS DE VOLUNTARIADO (OPV):
Pendente – Primeiro estado de uma organização e acontece após o registo na plataforma ou após uma alteração de dados (e.g. por renovação).
Rascunho – Quando é solicitado um suprimento de informação, pela CASES.
Indeferido – Quando não é aceite pela CASES, correspondendo a um estado terminal.
Deferido – Após validação positiva da CASES e possibilita a realização de todas as operações na plataforma.
Pendente (Renovação)  – Estado automático colocado após término do período de acreditação (requer suprimento).
Indeferido (Extinção)  – Após não ter sido efetuado o suprimento de dados necessário, dentro do tempo máximo definido para o efeito.

AÇÕES:
Pendente – Primeiro estado de uma ação e acontece após a criação de um registo por uma OPV.
Rascunho – Quando é solicitado à OPV um suprimento de informação, pela CASES.
Indeferido – Quando a ação não é aceite pela CASES, corresponde a um estado terminal.
Deferido – Após a validação da CASES. Passa a ser considerada válida para efeitos de pré-seleção automática de voluntários/as.
Sem efeito – Após estar no estado “Deferido” quando é atingida a data de início da ação e não existe nenhum/a voluntário/a associado/a no estado “Ativo”.
Ativo – Quando, no estado “Deferido”, o número de voluntários/as associados/as à ação no estado “Ativo” atinge o número máximo de voluntários/as definido ou quando é atingido o dia de início da ação e existe pelo menos um/a voluntário/a associado/a no estado “Ativo”.
Financiamento Solicitado – Estado posterior à solicitação de financiamento de uma ação, em estado “Ativo”, cujo domínio da ação e duração possibilita o acesso a financiamento.
Financiamento Indeferido – Corresponde a uma decisão final da CASES em não aceitar o financiamento solicitado por uma OPV.
Financiamento Parcialmente Deferido – Atribuído como decisão final da CASES em deferir parcialmente um pedido de financiamento registado.
Financiamento Totalmente Deferido – Atribuído como decisão final da CASES em deferir totalmente um pedido de financiamento.
Fechado – Estado final para as ações sujeitas a avaliação técnica da CASES (após a avaliação final).

VOLUNTÁRIOS/AS DA AÇÃO
Convite pendente – Após a pré-seleção do/a voluntário/a para a ação, i.e., após o convite feito ao/à voluntário/a para integrar a ação.
Convite recusado – Quando a resposta ao convite feito a um/a voluntário/a é recusado pelo próprio/a.
Convite aceite – Quando ocorre a aceitação do/a voluntário/a ao convite feito para integrar uma ação.
Escolhido – Após escolha da OPV ou ILV do/a voluntário/a que previamente tinha aceite a integração numa ação.
Recusado – Quando a OPV ou ILV não aceita um/a voluntário/a que previamente tenha aceite o convite.
Ativo – Estado que ocorre após o carregamento/ upload do documento “Programa de Voluntariado”.
Cessado – Quando um programa de voluntariado “Ativo” não é carregado/inserido na plataforma e a OPV ou ILV procedeu à sua cessação.
Financiamento Solicitado – Estado correspondente ao estado de ação se o/a voluntário/a tiver sido selecionado no pedido de financiamento.
Financiamento Deferido – Estado correspondente ao estado da ação se o/a voluntário/a for selecionado e aprovado no âmbito do pedido de financiamento.
Financiamento Indeferido – Estado correspondente ao estado da ação se o/a voluntário/a não for selecionado e/ou aprovado no âmbito do pedido de financiamento.

O que se entende por Relatório Descritivo da Ação e por Relatório Final de Execução da Ação?

O Relatório Descritivo da Ação visa apresentar, por parte da organização promotora de voluntariado, algumas informações relativas à execução da ação de voluntariado antes do seu término, designadamente os elementos relativos aos/às voluntários/as, à forma como está a decorrer a ação, às formações, bem como à própria organização. Enquanto o Relatório Final de Execução da Ação visa apresentar e avaliar todos os parâmetros de execução da ação de voluntariado permitindo aferir o grau de conformidade entre o previsto e o executado.

Como posso obter mais informações?

Todas as comunicações deverão ser dirigidas à CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social através do e-mail voluntariado@cases.pt ou 213878046.

Apoio financeiro ao Seguro


A medida de Apoio ao Voluntariado consiste na atribuição de um apoio financeiro às organizações promotoras de voluntariado (pessoas coletivas de direito privado sem fins lucrativos), inscritas e acreditadas na Plataforma Portugal Voluntário, que desenvolvam ações de voluntariado de continuidade no domínio da ação social para o pagamento das despesas com o seguro de acidentes pessoais e de responsabilidade civil dos/as voluntários/as que integram.

O apoio financeiro tem o valor anual máximo de 15,00€ por voluntário/a, sem limite de número de voluntários/as ou do número de ações desenvolvidas pela organização promotora.

Requisitos de acesso:

  1. Registo e acreditação da Organização Promotora de Voluntariado na Plataforma Portugal Voluntário;
  2. Registo da ação de voluntariado, no domínio de ação social e com uma duração mínima de 2 meses e até 1 ano, na Plataforma Portugal Voluntário;
  3. Registos dos/as voluntários/as integrados/as na ação de voluntariado e cobertos pelo seguro na Plataforma Portugal Voluntário.

Candidaturas emPlataforma Portugal Voluntário ou voluntariado@cases.pt

Documentos da candidatura:

  1. Formulário de Candidatura (aqui);
  2. Declaração de Compromisso de Honra (aqui);
  3. Programas de Voluntariado assinados com cada um dos/as voluntários/as integrados/as com data posterior à data de submissão da ação na Plataforma Portugal Voluntário;
  4. Pré-registo, pedido de cotação de seguro ou apólice de seguro contratada com a identificação nominal dos/as voluntários/as com as condições gerais e particulares da apólice de seguro;
  5. Declarações relativas às situações tributária e contributiva regularizadas perante a administração fiscal e a segurança social, respetivamente.

Mediante a aprovação da candidatura, o pagamento do apoio até ao montante de 1000,00€ será realizado numa única prestação e o valor poderá ser adiantado nos termos previstos no Regulamento da medida. Em candidaturas com o valor superior a 1000,00€, o pagamento será efetuado em duas prestações: 70% na modalidade de adiantamento e 30% após a apresentação do documento comprovativo do pagamento das apólices de seguro contratadas.

Esclarecimentos adicionais: voluntariado@cases.pt

Portaria n.º 389/2018, DR, série II – n.º 146 – 31/07/2018

Alteração à Portaria n. 389, de 31 de julho (Portaria n.º 534/2019)

Regulamento Medida de Apoio ao Voluntariado

Formulário de Candidatura

Declaração de Compromisso de Honra

Aviso de Abertura de Candidaturas

Aviso de Abertura de Candidaturas 2020

Aviso de Abertura candidaturas 2021_2022

Aviso de Abertura candidaturas 2022 

Aviso de Abertura candidaturas 2022_2023

Formação e Sensibilização para um Voluntariado de Continuidade


Medida que visa promover a qualificação do trabalho voluntário, na componente de capacitação dos voluntários e das organizações promotoras de ações de voluntariado, realizadas nas regiões Norte, Centro e Alentejo.

Ações elegíveis para esta linha de financiamento:

– Ações de formação e de sensibilização para voluntários (promoção do voluntariado de continuidade e informação dos direitos e deveres dos voluntários);

– Ações de sensibilização para entidades da economia social (promoção do apoio voluntário, da sua importância e das suas vantagens nas atividades diárias destas entidades).

Candidaturas da TO 3.13 – Formação e sensibilização para um voluntariado de continuidade: [Alterado] Aviso POISE-35-2019-16 ( 07/06/2019 ·  18/09/2019)

Nota Explicativa: critérios de seleção TO 3_13 – Formação e sensibilização voluntariado de Continuidade

Perguntas Mais Frequentes (FAQ)

Notícias


Dia Internacional dos Voluntários


O Dia Internacional dos Voluntários, usualmente designado Dia Internacional do Voluntariado, foi instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em 1985 e celebra-se a 5 de dezembro.

Nesta data é, globalmente, enaltecido o papel incontornável que os/as voluntários/as desempenham na promoção, através dos seus contributos altruístas, de valores como a solidariedade e a coesão social, respeitando a diversidade, a igualdade e a participação de todos/as.

Conheça algumas das diversas iniciativas que decorrem nos diferentes pontos do país para sinalizar e celebrar este dia:

Fundação Eugénio de Almeida | Cerimónia de Reconhecimento Público
Agradecimento Público aos Voluntários.
5 dez | 14h45 -17h30 Programa
Inscrição até ao dia 2 de dezembro aqui

Cerimónia Comemoração da Confederação Portuguesa do Voluntariado em parceria com a Câmara Municipal de Cascais

Na Comemoração, está inserida a entrega do Troféu Português de Voluntariado 2022 .
A cerimónia contará com a presença do Secretário de Estado do Trabalho, Miguel Fontes.
Transmissão também no Facebook da CPV.
Participação gratuita, confirmada com antecedência para: voluntariado@cm-cascais.pt e geral@convoluntariado.pt

5 dez. | 09h30 |Casa das Histórias Paula Rego, Av. da República, 300, Cascais

Câmara Municipal de Viseu (Banco Local Voluntariado)

04 dez. – Lar Viscondessa São Caetano (Santa Casa da Misericórdia de Viseu) – Atuação Grupo Rancho Folclórico de Mundão para utentes e voluntários/as;

05 dezembro

Manhã: Ação de Sensibilização APCV (Associação de Paralisia Cerebral de Viseu) promovida pelo Núcleo de Voluntariado

Tarde: Lar Viscondessa São Caetano (SCMV) – Lanche convívio com Voluntários, os bolos, especificamente, serão confecionados no Lar com a colaboração dos residentes como forma de mimosear os voluntários. Entrega de uma lembrança simbólica que será trabalho manual feito pelos utentes.

07 dez. – 9h às 12h30 – Universidade Católica Portuguesa | Viseu, Seminário “INNONPROFIT – O papel das organizações sem fins lucrativos na inovação”, com a participação da CASES (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social)

Dia do Voluntariado na Universidade do Porto – Fazer e Ser Feliz

O evento pretende abordar a temática da saúde mental no Ensino Superior, sensibilizar, envolver e estimular a participação da comunidade académica e civil para a importância do voluntariado e do trabalho em rede que, através da promoção de atividades que contemplem uma visão integrada, multidisciplinar e transversal, contribuam para a saúde e o bem-estar de toda a comunidade académica.

6 dez. | Faculdade de Medicina da U.Porto

Inscrição livre até 2 dezembro. Mais info aqui

Gala do Voluntário ­| Câmara Municipal (Banco Local de Voluntariado) e Cruz Vermelha de Guimarães

05 dez. | 21h | Teatro Jordão

Apresentação Pública do Projeto Voluntariado de Emergência Social | Câmara Municipal de Guimarães

29 nov. | 15h | Pequeno Auditório Centro Cultural Vila Flor

VEM- Bolsa Local de Voluntariado de Matosinhos

5 dez. | 18h | Casa da Juventude de Matosinhos

Info: 229398090 ou voluntariadoemmatosinhos@cm-matosinhos.pt

Princípios Gerais


O que é ser voluntário/a

Voluntários/as


(Art.º 3.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

É o indivíduo que, de forma livre, desinteressada e responsável, se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.
A qualidade de voluntário não pode decorrer de relação de trabalho subordinado ou autónomo ou de qualquer relação de conteúdo patrimonial com a organização promotora, sem prejuízo de regimes especiais constantes da Lei.

Ser voluntário/a é:

  • Assumir um compromisso com a organização promotora de voluntariado;
  • Desenvolver ações de voluntariado em prol dos indivíduos, famílias e comunidade;
  • Comprometer-se, de acordo com as suas aptidões e no seu tempo livre;

Atuar como voluntário/a é ter um ideal por bem fazer, que assenta numa relação de solidariedade traduzida em:

  • Liberdade, igualdade e pluralismo no exercício de uma cidadania ativa;
  • Responsabilidade pelas atividades que desenvolve com os/as destinatários/as;
  • Participação nas atividades a desenvolver pela organização promotora, no âmbito de aplicação do Programa de Voluntariado;
  • Gratuitidade no exercício da atividade, mas sem ser onerado com as despesas dele decorrente;
  • Complementaridade com a atividade dos/as profissionais, sem os/as substituir;
  • Convergência e harmonização com os interesses dos/as destinatários/as da ação e com a cultura e valores das organizações promotoras.

Consultar Direitos e Deveres  do/a voluntário/a.

Consultar Guia do Voluntário.

Organizações Promotoras de Voluntariado


(Art.º 4.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro)

Consideram-se organizações promotoras as entidades públicas da administração central, regional ou local ou outras pessoas coletivas de direito público ou privado, legalmente constituídas, que reúnam condições para integrar voluntários e coordenar o exercício da sua atividade.
A atividade que se refere tem de revestir interesse social e comunitário e pode ser desenvolvida nos domínios cívico, da ação social, da saúde, da educação, da ciência e cultura, da defesa do património e do ambiente, da defesa do consumidor, da cooperação para o desenvolvimento, do emprego e da formação profissional, da reinserção social, da proteção civil, do desenvolvimento da vida associativa e da economia social, da promoção do voluntariado e da solidariedade social, ou em outros de natureza análoga.

Programa de Voluntariado


O trabalho voluntário só pode ter lugar num quadro de autonomia e pluralismo, alicerçado no princípio da responsabilidade, não decorrendo de uma relação subordinada nem com contrapartida financeira.

É neste contexto que se colocam as relações entre o/a voluntário/a e a organização promotora e é acordado entre ambos a realização do trabalho voluntário:

  • O compromisso.

Este compromisso, que a Lei designa por Programa de Voluntariado, decorre, assim, do encontro de vontades.

EXPRESSA a adesão livre, desinteressada e responsável do/a voluntário/a a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora;

CONSUBSTANCIA as relações mútuas da organização promotora e do/a voluntário/a, correspondentes ao conteúdo, à natureza e à duração do trabalho voluntário, num quadro de direitos e deveres de ambas as partes;

TRADUZ os princípios enquadradores do voluntariado, designadamente, os princípios da solidariedade, complementaridade, responsabilidade, convergência e gratuitidade.

A CASES disponibiliza às organizações promotoras de atividades de voluntariado uma minuta de Programa de Voluntariado.
Realça-se a necessidade de análise e de adaptação do documento face às especificidades do caso concreto. Na celebração de programas de voluntariado com cidadãos estrangeiros sugere-se que, caso se aplique, seja contemplada cláusula com a referência de que o exercício da atividade fica condicionado à obtenção do visto de residência, de estada temporária ou de curta duração no país.

A consulta e a eventual utilização da minuta do Programa de Voluntariado, disponibilizada pela CASES, não dispensa, nem pode dispensar, a consulta da legislação em vigor na área do voluntariado, pelas organizações promotoras.

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO (versão editável)

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO (versão pdf)

Formação


A formação constitui simultaneamente um direito do/a voluntário/a – “Ter acesso a programas de formação inicial e contínua, tendo em vista o aperfeiçoamento do seu trabalho voluntário”, e um dever – “Participar nos programas de formação destinados ao correto desenvolvimento do trabalho voluntário” (conforme o disposto nos art.ºs 7.º e 8.º da Lei n.º 71/98, de 3 de novembro).

Esta formação visa promover a aquisição de competências base de voluntários/as, para que possam compreender os seus direitos e obrigações, a especificidade das atividades de voluntariado e assumam o compromisso que se exige e o respeito por todas as pessoas envolvidas – beneficiários/as, técnicos/as e dirigentes das organizações e outros/as voluntários/as. Permite, ainda, conhecer o Programa de Voluntariado e a importância do conhecimento e respeito, quer pelas normas de funcionamento, como as especificidades da área de atuação das organizações.

Simultaneamente, a formação permite aos dirigentes e técnicos/as das organizações promotoras, em particular, os/as gestores/as de voluntariado, criarem condições para uma prática de voluntariado responsável, qualificada e dinâmica.

Para o efeito, a CASES disponibiliza:

Ações de sensibilização para voluntários/as e organizações promotoras de voluntariado

A CASES promove a realização de Workshops e ações de sensibilização sobre o Voluntariado para voluntários/as, organizações promotoras de voluntariado e outras entidades.

Estas sessões visam promover a aquisição de competências base por parte de:

Voluntários/as, para que possam compreender os direitos e obrigações, a especificidade das atividades de voluntariado e assumir o compromisso que se exige e o respeito por todas as pessoas envolvidas – beneficiários/as, técnicos/as e dirigentes das organizações e outros/as voluntários/as.

Técnicos/as e dirigentes das organizações, para que possam compreender as obrigações legais decorrentes da atividade de voluntariado, bem como as especificidades da gestão de voluntariado.

Manual de Formação Geral em Voluntariado

O Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado (CNPV) editou, em 2005, um Manual de Formação em Voluntariado – Manual do Formador, que pretende servir de base às formações de formadores na área do voluntariado permitindo, contudo, que as organizações possam introduzir os elementos que considerem relevantes atendendo às suas especificidades, áreas e meios de atuação.

O Manual, apresentado em 12 módulos, assenta em metodologias dinâmicas e participativas, de modo a que permita o desenvolvimento de competências de cada formando/a, e reveste a forma de um dossier pedagógico, adaptável a cada contexto formativo.

Poderá ser solicitado a:

Voluntariado – CASES
Rua Américo Durão, n.º 12 A
1900-064 Lisboa

Ou por e-mail para: voluntariado@cases.pt

Referenciais de Formação e Sensibilização

No âmbito das atribuições da CASES – de promover e colaborar na dinamização de ações de formação que contribuam para uma melhor qualidade e eficácia do trabalho voluntário e de promover e divulgar o voluntariado como forma de participação social e de solidariedade entre os cidadãos, através dos meios adequados – foram produzidos dois referenciais de formação e de sensibilização que poderão servir de base às organizações promotoras de voluntariado e a entidades formadoras, na estruturação e no planeamento de ações de formação para a área do voluntariado, reconhecendo-se, assim, o papel da formação na promoção do voluntariado.

Estes instrumentos visam, por um lado, corresponder a necessidades de formação de voluntários/as ou potenciais voluntários/as, integrando uma componente formativa inicial e uma componente formativa específica e, por outra, constituir uma base programática, ao nível de conteúdos, para a organização e desenvolvimento de ações de sensibilização na área do voluntariado, tendo como destinatários dirigentes e técnicos/as de entidades de economia social, bem como, atendendo às características de generalidade de alguns dos temas, para o público em geral.

Estes referenciais podem constituir a base para a organização de ações de formação/esclarecimento para potenciais voluntários/as; ações de formação inicial no âmbito de ações de voluntariado a desenvolver e ainda ações de sensibilização/esclarecimento que versam sobre um mais temas, consoante os/as destinatários/a da iniciativa. Estas ações podem assumir o formato de workshop, seminário, exposições, publicação de manuais e/ou brochuras sobre a temática, entre outros.

Referencial de Formação
Referencial de Sensibilização

Legislação


Nacional


Portaria n.º 389/2018, DR, SÉRIE II — N.º 146 — 31/07/2018

Regulamento Medida de Apoio ao Voluntariado

Decreto-Lei n.º 48/2017, de 22 de maio

Decreto-Lei n.º 39/2017, de 4 de abril
Altera as atribuições da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social – Cooperativa de Interesse Público de Responsabilidade Limitada

Portaria n.º 68/2011, DR 26, SÉRIE I de 2011-02-07
4.ª alteração à Portaria n.º 1230/2006, de 15 de novembro, que cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Despacho n.º 6205 /2011, DR 71, SÉRIE II de 2011-04-11
Aprova o Programa Abrir Portas à Diferença 2011, a realizar pela fundação Inatel.

Portaria n.º 101/2011, DR 50, SÉRIE I de 2011-03-11
Estabelece um regime excepcional aplicável à iniciativa “Projecto Limpar Portugal”.

RCM n.º 62/2010, de 25 de agosto
Institui o Ano Europeu das Atividades de Voluntariado que Promovam Uma Cidadania Ativa em Portugal no ano de 2011 (AEV-2011) e determina a execução a nível nacional das atividades que lhe estão associadas.

Portaria n.º 1230/2006, de 15 de novembro
Cria os programas de apoio financeiro ao associativismo jovem (PAJ, PAI e PAE) e aprova o respetivo Regulamento.

Decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de setembro
Regulamenta a Lei n.º 71/98, de 3 de novembro, que estabeleceu as bases do enquadramento jurídico do voluntariado.

Lei n.º 71/98, de 3 de novembro
Estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado

Decreto-Lei n.º 40/89, de 1 de fevereiro
Institui o seguro social voluntário, regime contributivo de carácter facultativo no âmbito da Segurança Social, em que podem ser enquadrados os voluntários. O seguro social voluntário foi objeto de adaptação ao voluntariado pelo decreto-Lei n.º 389/99, de 30 de setembro

Internacional


Declaração Universal do Voluntariado de janeiro de 2001 (EN) / Declaração Universal do Voluntariado de janeiro de 2001 (PT)
Adotada pelo Conselho Internacional de Administradores da IAVE, Associação Internacional para o Esforço Voluntário, na sua 16.ª Conferência Mundial de Voluntariado, em Amesterdão.

Resolução 52/17 da Assembleia Geral das Nações Unidas
Proclama o ano de 2001 como o Ano Internacional dos Voluntários.

Resolução 40/212 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 17 de dezembro de 1985
Convida todos os governos a celebrar anualmente, a 5 de dezembro, o Dia Internacional dos Voluntários.

Organizações


Nacionais


Bancos Locais de Voluntariado


Os Bancos Locais de Voluntariado (BLV) são um espaço de encontro entre as pessoas que expressam a sua disponibilidade e vontade para serem voluntárias e as organizações promotoras, interessadas em integrar voluntários/as nos seus projetos e coordenar o exercício da sua atividade.

Portugal tem atualmente 168 Bancos Locais e Bolsas de Voluntariado.  Os BLV são estruturas locais que, atuando em subsidiariedade e usufruindo da proximidade e do conhecimento das características de cada comunidade, contribuem para a promoção, organização e o aprofundamento do voluntariado.

Os BLV foram criados por recomendação da Comissão Nacional para o Ano Internacional dos Voluntários (2001) e passaram a ser uma realidade desde 2002. A partir de 2008, a criação destas estruturas passou a ser formalizada através de Protocolo com o Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado e, posteriormente, com a CASES.

Objetivos

  • Acolher candidaturas de pessoas interessadas em fazer Voluntariado, bem como receber solicitações de voluntários/as por parte de organizações promotoras;
  • Proceder ao encaminhamento de voluntários/as para organizações promotoras de Voluntariado;
  • Acompanhar a inserção de voluntários/as nas organizações promotoras de voluntariado;
  • Disponibilizar ao público informações sobre o Voluntariado;
  • Organizar ações de formação inicial para os/as voluntários/as.

Intervenientes

Voluntários/as, pessoas que, de forma livre, desinteressada e responsável, se comprometem, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de Voluntariado, no âmbito de uma organização promotora.

Organizações Promotoras, pessoas coletivas de direito público ou privado, socialmente reconhecidas, que reúnam condições para integrar voluntários/as e coordenar o exercício da sua atividade, em domínios como o cívico, ação social, saúde, educação, ciência e cultura, defesa do património, do ambiente, entre outros.

Estas entidades podem encontrar nos Bancos Locais de Voluntariado o espaço ideal para divulgar os seus programas, bem como identificar interessados/as na adesão às suas ações.

Processo de constituição

As entidades que pretendam constituir um BLV (entidades enquadradoras) devem ser:

  • Pessoas coletivas de direito público (âmbito central, regional ou local) ou de direito privado. Ex: Câmaras Municipais, Fundações, Santas Casas da Misericórdia, IPSS, entre outros.

Estas entidades devem reunir meios próprios, técnicos, financeiros e logísticos, que permitam assegurar o funcionamento.

A ação que desempenham, que se traduz numa maior eficácia na utilização dos recursos e na dinamização das vontades, tem sido incontornável na consolidação e expansão do voluntariado. Um papel e ação que importam dar visibilidade. duma estrutura deste tipo.

Contactos Bancos Locais e Bolsas de Voluntariado

Manual de Apoio: Bancos Locais de Voluntariado

Atividade dos Bancos Locais e Bolsas de Voluntariado, em 2019

Atividade dos Bancos Locais e Bolsas de Voluntariado, em 2020

Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV)


cpv

A Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) foi constituída em 2007 e representa os/as voluntários/as de Portugal e as respetivas organizações, quaisquer que sejam os seus domínios de atividade, e contribui para a defesa dos respetivos direitos e interesses.

Objetivos principais: Representar os/as voluntários/as de Portugal; Preservar e atualizar a identidade do Voluntariado; Cooperar com as organizações federadas, atuar na cooperação entre as organizações de voluntariado e entre estas e outras entidades; Intensificar o papel do voluntariado na sociedade portuguesa.

Congrega 35 organizações promotoras de voluntariado, com variados objetos de atuação, de âmbito nacional.

Selo de Qualidade em Voluntariado Join4Change: As Organizações da Sociedade Civil (OSC) que pretendam iniciar um processo de certificação podem contactar a CPV para acompanhar o processo de constituição de um modelo de gestão de voluntários. Saber mais aqui

Contactos:  Av. Júlio Dinis, n.º 23, 1.º Esquerdo 1050-130 Lisboa | Site | E-mails: geral@convoluntariado.pt; presidente@convoluntariado.pt

Newsletters: N.º 84, n.º 85n.º 86n.º 87n.º 89n.º 90

4.ª série 2020: n.º1, n.º22021: fev. mar, maio, junho, julho, agosto, setembro |2022: maio junho agosto setembro outubro I outubro II novembro, nov II

Booklet Sessão Comemorativa dos 14 Anos da CPV: Aula Magna sobre Voluntariado em Tempos de Pandemia | 19 de janeiro 2021 | Orador principal: Manuel Carvalho da Silva

Banco Local de Voluntariado de Odemira


blvodemira

Conheça os diversos projetos existentes no Banco Local de Voluntariado de Odemira para a prática do voluntariado.

Para aceder à listagem, clique aqui

Instituto Português do Desporto e Juventude

IPDJ


ipdj

O Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ) é um instituto público integrado na administração indireta do Estado,  que visa dinamizar o apoio ao associativismo, ao voluntariado e promoção da cidadania, à ocupação de tempos livres, à educação não formal, à informação e à mobilidade geográfica dos jovens em Portugal e no estrangeiro. Propõe-se, ainda, revitalizar o turismo jovem, de modo a incrementar a mobilidade, com ganhos de eficiência e economia.

Desenvolve programas e apoios para a criação de Associações Juvenis e de Estudantes; Programa OTL – ocupação de tempos livres; Campos de férias e Campos de Trabalho Internacionais; Projetos de Voluntariado Jovem em diversas áreas como o apoio a idosos, a crianças, desporto, entre outros. (Programas: Voluntariado Jovem para as Florestas e Voluntariado na Promoção da Eficiência Energética).

O Voluntariado Jovem integra jovens entre os 18 e os 30 anos.

Mais informações sobre o IPDJ, consultar aqui

Plataforma Portuguesa das Organizações não-governamentais para o Desenvolvimento

ONGD


ongd

A Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, constituída em 1985, é uma associação privada sem fins lucrativos que representa a maioria das ONGD (Leigos para o Desenvolvimento, Cáritas Portuguesa, Fundação Envangelização e Culturas, Instituto de Apoio à Criança, Médicos do Mundo Portugal, União das Misericórdias Portuguesas, Leigos da Boa Nova, Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária, entre muitas outras) portuguesas registadas no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A Plataforma reúne as ONGD que trabalham para um mundo mais justo e equitativo, potenciando o trabalho das suas associadas, a nível político e legislativo, e promovendo as boas práticas, junto dos Países em Desenvolvimento, em áreas como a Cooperação para o Desenvolvimento, a Ajuda Humanitária e de Emergência e Educação para o Desenvolvimento.

Para mais informações consulte aqui 

Guia das ONGD – edição 2014

O Guia das ONGD, editado pela Plataforma Portuguesa das ONGD, pretende contribuir para um melhor conhecimento sobre o setor do Desenvolvimento em geral e sobre as Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma, o que fazem e onde intervêm.

É um instrumento de trabalho e de consulta, útil a quem trabalha e/ou investiga nas áreas da Cooperação para o Desenvolvimento, Educação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária e de Emergência, assim como a todas as pessoas interessadas em saber mais sobre estas áreas e sobre as ONGD portuguesas.

Consulte o guia aqui.

Cooperativa de Solidariedade Social

APROXIMAR


aproximar

A APROXIMAR, Cooperativa de Solidariedade Social, é uma instituição sem fins lucrativos, criada em 2006, cuja missão é valorizar o capital social e humano das organizações e os seus stakeholders. Organiza e gere percursos pessoais, sociais, profissionais, no quadro do desenvolvimento de projetos à medida e de inovação social que transfiram e disseminem boas práticas, organizando cursos de formação à medida e prestando serviços de consultoria às organizações.

Enquanto entidade formadora, dinamiza ações de formação (modelo b-Learning) na área do Voluntariado, de:

  • Introdução ao Voluntariado (formação com a duração de um dia);
  • Voluntariado em Meio Prisional (formação modular e à-medida, com base no perfil do voluntário, que reflete as competências que precisam de ser melhoradas e nas quais a formação se irá focar).

A Aproximar dispõe de um Programa de Voluntariado em que os/as voluntários/as podem exercer um Voluntariado Social especializado nas áreas de Gestão e Marketing, Comunicação Social, Design e Comunicação, Desporto, Dinamização de Grupos de Jovens e Projetos de Inovação Social.

Para saber mais clique aqui

Consultar Manual Voluntariado Inclusivo: Orientações para Desenvolvimento de um Programa de Voluntariado Mais Inclusivo: Good Practice Guide. Recruitment, training and support of volunteers working in the Criminal Justice System.

NewslettersN.º5 abril 2020

Associação para o Apoio a Instituições de Solidariedade Social

ENTRAJUDA


entreajuda

A ENTRAJUDA é um projeto na área da solidariedade social, que visa:

a) permitir às instituições de solidariedade social por si selecionadas melhorarem os serviços de apoio social, dotando-as de um conjunto de instrumentos e recursos de gestão e de organização suscetíveis de aumentar a eficiência dos seus meios e a eficácia dos seus resultados e,

b) mobilizar e facilitar o envolvimento de pessoas e empresas que pretendem associar-se com a sua boa vontade, colocando à disposição das instituições de solidariedade social o seu trabalho, o seu conhecimento, a sua experiência, os produtos e serviços que produzem ou fornecem.

Mais detalhes em aqui

Fundação Eugénio de Almeida


logo

A Fundação Eugénio de Almeida é membro associado do Centro Europeu de Voluntariado desde 2010. É uma Instituição portuguesa de direito privado, sem fins lucrativos, e utilidade pública, sediada em Évora, cujos fins estatutários se concretizam nos domínios cultural e educativo, social, e espiritual, visando o desenvolvimento humano pleno, integral e sustentável da região de Évora.

O Banco de Voluntariado da Fundação Eugénio de Almeida é uma iniciativa desta instituição, que visa promover, valorizar e qualificar o voluntariado, e criar condições concretas para o seu exercício, sendo um projeto integrado que promove o encontro entre a procura e a oferta de voluntariado na região de Évora, disponibiliza informação, formação e apoios diversos às organizações e aos voluntários, dispondo de um conjunto de recursos técnicos, humanos e operativos para a sua gestão.

Saiba mais aqui

A Fundação traduziu e editou, em 2010, uma coleção de cadernos de voluntariado que visa orientar e potenciar a formação de dirigentes e técnicos de organizações enquadradoras de voluntários:

Caderno 1 – Os Itinerários Educativos do Voluntariado

Caderno 2 – Acompanhamento na Ação – A figura do/a Animador/a de Voluntariado

Caderno 3 – Motivações da Pessoa Voluntária – O Compromisso Inicial

Caderno 4 – A Referência de Grupo do Voluntariado

Caderno 5 – A Participação do Voluntariado no Desenvolvimento da Comunidade Local

Caderno 6 – Coordenação e Ação Voluntária

Caderno 7 – Presença Pública do Voluntariado – Para uma reconstrução de cenários participativos

Caderno 8 – Sociedade da Informação e Voluntariado

Caderno 9 – Metodologias de análise da Realidade Global e Local

Os cadernos são disponibilizados de forma gratuita a todas as organizações que os solicitem junto do Banco Local de Voluntariado de Évora.

Newsletter 2021: 18 janeiro 25 janeiro 15 fevereiro 15 março 12 abril 19 abril 17 maio 24 maio 5 julho 26 julho

A Fundação Eugénio de Almeida editou um breve Guia para a ação voluntária em tempos de Covid-19, com base na aprendizagem adquirida pela experiência na gestão dos seus projetos de voluntariado. Consulte aqui

Fundação Eugénio de Almeida |Páteo de S. Miguel
Apartado 2001 | 7001-901 Évora
Tel.: (+351) 266 748 300 | (+351) 266 748 344

Associação para o Apoio a Instituições de Solidariedade Social

Pista Mágica


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A Pista Mágica – Escola de Voluntariado foi um projeto que nasceu em 2006, tendo surgido da necessidade de capacitar os agentes da solidariedade em Portugal, especificamente na área do voluntariado, com o objetivo de agir com qualidade e competência.

Em julho de 2008, tornou-se Associação e atualmente disponibiliza três áreas de serviços, Formação, Consultoria e Educação para o Voluntariado.

Na área da Formação, decorrem cinco ações, agendadas consoante as solicitações e com um custo associado na ausência de financiamento:

– curso de iniciação ao voluntariado, destinado à população em geral; voluntários e aspirantes a voluntários, incluindo pessoas inscritas em bancos/bolsas de voluntariado, profissionais;

– curso iniciação ao voluntariado para formadores (para Formadores que ministrem formações em iniciação ao voluntariado);

– curso de voluntariado internacional, destinado à população em geral; voluntários e aspirantes a voluntários em missões internacionais;

– oficina como constituir/organizar uma associação, destinado a todas as pessoas interessadas em constituir e organizar uma Associação;

– curso de gestão de voluntariado, destinado a Técnicos responsáveis por voluntários; aspirantes a Gestor/Coordenador de Voluntários.

Na área da Consultoria, prestam o serviço nas áreas dos cursos que realizam. Este serviço é pago e o custo varia de acordo com o número de horas pedidas.

Na Educação para o Voluntariado, desenvolvem dois projetos, Mudar o Mundo (MoM) e Pensar, Atuar, Construir (PAC) que pretendem educar as crianças para a prática do voluntariado como exercício da cidadania.

Toda a informação aqui

WWOOF Portugal


A WWOOF™ Portugal é uma associação sem fins lucrativos que conecta voluntárias/os com quintas biológicas para promover um intercâmbio cultural e uma experiência educacional com base na confiança e numa troca não monetária, ajudando, desta forma, a construir uma comunidade global mais sustentável.

Providenciar uma oportunidade às pessoas para:

– terem uma experiência em primeira mão em agricultura biológica e ajudar onde é necessário;
– terem acesso a regiões rurais em Portugal;
– apoiarem o movimento biológico (que não utiliza fertilizantes artificiais nem pesticidas);
– contactarem com pessoas ligadas ao movimento biológico;
– terem uma experiência enriquecedora;
– fazerem parte de uma partilha cultural em Portugal.

Viver, aprender e partilhar um estilo de vida sustentável.

Consulte o site aqui

Associação Mais Proximidade


A Associação Mais Proximidade (AMP) nasceu em 2010, com o objetivo de combater a solidão e o isolamento da população idosa, residente na Baixa de Lisboa e Mouraria. A equipa técnica, parceiros e cerca de 40 voluntários/as apoiam 120 pessoas, com uma média de 83 anos de idade, oferecendo-lhes o acompanhamento necessário e adaptável ao contexto de cada uma, integrando-as na comunidade onde residem, contribuindo para a melhoria do bem-estar físico, psicológico e emocional.

Possui uma rede de parcerias que proporciona às pessoas idosas o acesso a recursos que permitem melhorar a sua qualidade de vida e evitar a sua institucionalização.

Paralelamente, desenvolve atividades e projetos culturais, de forma a valorizar a sua experiência de vida e do seu papel na Sociedade Civil.

Mais info aqui

Associação para o Planeamento da Família (APF)


A Associação para o Planeamento da Família (APF) foi fundada em 1967 e tem como missão ajudar as pessoas a fazerem escolhas livres e conscientes na sua vida sexual e reprodutiva e promover a parentalidade positiva. É o membro português da IPPF – International Palnned Parenthood Federation, a federação que reúne associações de planeamento familiar em quase todos os países do mundo.

A APF conta com a colaboração regular de pessoas que apoiam voluntariamente a atividade da associação, bem como as ações e iniciativas promovidas pelas Delegações APF em todo o país.

Descobre como ser voluntário/a aqui

VO.U. - Associação de Voluntariado Universitário


A VO.U. é uma associação sem fins lucrativos, que atua no Grande Porto e tem como objetivo a promoção de ações de carácter social, científico, educativo, desportivo, cultural, ambiental, de defesa dos Direitos do Homem e dos Direitos dos Animais. A finalidade da associação é a mobilização, formação e integração de estudantes do ensino superior, voluntários, em projetos de solidariedade social.

Os projetos da VO.U. estão organizados em três planos de ação: Plano VIDA (Promoção da Saúde, Bem-estar Animal e Defesa da Natureza); Plano PONTE (Acompanhamento Social); Plano MUNDO (Consciencialização sobre Direitos Humanos e Temáticas Globais).

Sabe mais aqui

Contacto: geral@vou.pt

AMI - projetos nas Escolas


A AMI é uma Organização Não Governamental (ONG) portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos, que tem como Visão atenuar as desigualdades e o sofrimento no Mundo, colocando o Ser Humano no centro das preocupações. Criar um mundo mais sustentável, mais harmonioso, mais inclusivo, mais tolerante, menos indiferente, menos violento.

A AMI, ciente dos problemas ao nível da educação, aposta nos jovens para um futuro mais próspero, garantindo o acesso à educação inclusiva (desde 1995, realiza sessões de sensibilização, informação e divulgação nas escolas em Portugal, com a intenção de consciencializar os jovens para temas cruciais da sociedade, tais como Direitos Humanos, apoio aos Países em Desenvolvimento, Cidadania e Desenvolvimento, Solidariedade Social, Voluntariado e os ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

Saber mais aqui

Council of voluntary social services


Conselho de Serviços Sociais Voluntários (CVSS) foi fundado em 1940 como um órgão de coordenação das organizações não governamentais (ONGs) envolvidas no desenvolvimento social. A CVSS é a maior e mais antiga ONG guarda-chuva da Jamaica. A CVSS é uma Organização de Caridade que desenvolve a capacidade dos membros e da comunidade em geral e cria alianças sustentáveis, facilitando o apoio mútuo e a ação conjunta; e representa as preocupações do setor social, incluindo grupos desfavorecidos e vulneráveis, num nível nacional e internacional.

Saber mais aqui

Rosto Solidário


A Rosto Solidário nasceu em 2007, promovida pela Congregação Passionista em Santa Maria da Feira e por um grupo de leigos da comunidade local, suportada numa longa experiência de apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social e da experiência dos Missionários Passionistas nas Missões de Angola, especialmente na província do Uíge.

É uma associação para o desenvolvimento, sem fins lucrativos, reconhecida desde 2008 como ONGD (Organização Não Governamental para o Desenvolvimento).

Saber mais aqui

ATACA - Associação de Tutores e Amigos da Criança Africana


A ATACA é uma associação de solidariedade social, entidade sem fins lucrativos, com estatuto de Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), fundada em 2006.
Tem a sua sede no Porto e desenvolve projetos em Moçambique e na Guiné-Bissau. Não tem qualquer filiação política ou religiosa e, sendo uma organização de base voluntária, é constituída por uma equipa de cerca de 30 voluntários em Portugal, estando responsáveis por tarefas administrativas, logísticas e de apoio aos projetos desenvolvidos em África. Conta ainda com voluntários portugueses no terreno. Existem também voluntários locais nos países onde a ATACA atua. Ao longo do ano realizam-se cerca de 4.000 horas de voluntariado na ATACA.

Saber mais aqui

Digmun - Associação para a Dignidade das Mulheres e Crianças


ONG de Ceuta que trabalha, desde 2005, para promover atividades e projetos em prol da dignidade de Mulheres e Crianças, que ajudam a superar situações de discriminação ou desigualdade sofridas por determinados setores da sociedade. Trabalham com grupos vulneráveis ​​fornecendo-lhes recursos educacionais, emocionais e psicossociais para fortalecer suas capacidades e seu pleno desenvolvimento na cidade de Ceuta, denunciam situações de injustiça social e apoiam nos processos de denúncia.

Como se voluntariar? Digmun é uma entidade de envio e recebimento de Voluntariado Europeu (ESC). Atualmente, tem dois voluntários europeus de Portugal e da Alemanha. Para saber mais sobre o Corpo Europeu de Solidariedade, clique aqui.

EAPN Portugal


A EAPN – European Anti Poverty Network (Rede Europeia Anti-Pobreza) é a maior rede europeia de redes nacionais, regionais e locais de ONGs, bem como de Organizações Europeias ativas na luta contra a pobreza. Fundada em 1990, em Bruxelas, está atualmente representada em 31 países. A EAPN Portugal, sediada no Porto, é uma organização, reconhecida como Associação de Solidariedade Social, de âmbito nacional, obtendo, em 1995, o estatuto de Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD). A ação estende-se a todo o país através de 18 Núcleos Distritais. Áreas como a sensibilização, a informação, a investigação e alguns projetos específicos, são exercidas por voluntários/as.

Contactos aqui

More Together


Fundada em 2020, a Associação More Together é uma organização sem fins lucrativos, sediada em Lisboa, que tem como objetivos a formação de voluntários e o encaminhamento de pessoas carenciadas para a sua posterior reabilitação, contribuindo para a melhoria de vida das pessoas e famílias carenciadas, com trabalho voluntário.

Saiba mais aqui

Internacionais


Voluntariado Internacional é desenvolvido por voluntários/as, por períodos de curta ou longa duração, promovido por organizações que desenvolvem projetos de voluntariado internacional, pela via da cooperação e/ou assistência internacional.

Voluntariado para a Cooperação é a ação de livre vontade, sem remuneração, em benefício de outros.

Centro Europeu de Voluntariado

CEV


CEV

O Centro Europeu de Voluntariado (CEV) é uma Associação Europeia de Organizações de Voluntariado (com sede em Bruxelas), que tem como objetivo ser uma voz ativa para o Voluntariado, de modo a fortalecer as condições do seu exercício, orientadas para a sua promoção.
O CEV canaliza as prioridades e as preocupações coletivas dos seus membros para as Instituições da União Europeia, atuando como um fórum para a promoção de troca de políticas, práticas e informações sobre Voluntariado.
O CEV organiza conferências, seminários, workshops, e outras atividades.
Os membros do CEV, que se encontram em rede, são centros e organizações nacionais e regionais de Voluntariado, cujos objetivos principais são o desenvolvimento e promoção do Voluntariado.

Este Centro não tem membros individuais.

Para mais informações consulte aqui

Newsletters CEV – European Volunteer Center

2018: marçoabrilmaiojunhojulhosetembrooutubronovembrodezembro

2019: janeirofevereiromarço, abril, maio

2020: fevereiro, maio, junho, julho, setembro, outubro novembro

2021: março, julho, setembro, dezembro

2022: maio setembro

CEV Statement on the MFF Proposal from the European Commission 27th May 2020

Blueprint for European Volunteering 2030 (#BEV2030)

Social Media – twitter @volunteeringcev

Alliance of European Voluntary Service Organisations

Alliance


allianceeuropeanvoluntaryserviceorganization

A Alliance of European Voluntary Service Organisations é uma organização internacional não-governamental de juventude, que representa organizações nacionais que promovem a educação intercultural, compreensão e paz, através de serviço voluntário.

Para mais informações consulte aqui

AFS Internacional


afs

A AFS é uma Organização Não Governamental que proporciona oportunidades de aprendizagem intercultural, sendo uma comunidade inclusiva de cidadãos globais, estudantes, famílias, voluntários, escolas e outros, que estão determinados a construir pontes entre culturas.

Para mais informações consulte aqui

Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento

AHEAD Rumos


ahead

A AHEAD, Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento, nasceu em 2007 e é uma ONGD que desenvolve projetos em Portugal, Moçambique e São Tomé e Príncipe com foco na educação.

Para mais informações consulte aqui

Association of Voluntary Service Organisations


associationvoluntaryserviceorganizations

A Association of Voluntary Service Organisations é uma plataforma europeia de organizações sem fins lucrativos, envolvidas em melhorar a qualidade e a visibilidade dos programas de voluntariado.

Para mais informações consulte aqui 

Clinks


clinks

A Clinks é uma organização que visa promover o trabalho Voluntário e Comunitário no Sistema de Justiça Criminal, através do apoio, representação e realização de campanhas em meio prisional, procurando transformar e reabilitar todos os agentes em benefício da sociedade.

Para mais informações consulte aqui

Cross Cultural Solutions


crossculturalsolutiosn

A Cross-Cultural Solutions é uma organização não-governamental que promove projetos de voluntariado há mais de vinte anos, e opera em diversas áreas.

A missão é acabar com a pobreza e com a fome, garantir cuidados de saúde, assegurar uma educação de qualidade inclusiva e equitativa, e alcançar a igualdade de género.

Desde 1995, dezenas de milhar de estudantes e viajantes já realizaram ações de voluntariado na Costa Rica, Tanzânia, Índia, Guatemala, Peru ou Marrocos, entre outros países.

Para mais informações consulte aqui

Cruz Vermelha Portuguesa


cruzvermelhaportuguesa

A Cruz Vermelha Portuguesa é uma instituição humanitária, não-governamental de caráter voluntário e sem fins lucrativos, cuja principal missão é prestar assistência humanitária e social, contribuindo dessa forma para a defesa da vida, saúde e dignidade humana.

Para mais informações consulte aqui

Associação Internacional para o Esforço Voluntário

IAVE


internationalassociationvolunteereffort

A Associação Internacional para o Esforço Voluntário (IAVE) é uma Associação Internacional, não-governamental, que promove, reforça e comemora o Voluntariado em todo o mundo.

Esta Associação foi fundada em 1970 por um grupo de voluntários de vários países. Reúne organizações de voluntários, centros de voluntariado, entre outros, que formam uma rede internacional.

Tem membros individuais e institucionais em mais de 80 países, entre eles, Portugal.

Para mais informações consulte aqui

Newsletter:

Youth Volunteering Edition: Volunteering Together E-Magazine

IAVE’s Quarterly E-Magazine: Issue No. 5, September 2019

26th IAVE World Volunteer Conference

IAVE’s Volunteering Together Magazine; New issue Volunteering Magazine; Revista Voluntariado

Evaluation report 2020 Virtual Global Forum Series: Volunteering Together to Enable Change and Create a Better World

Newsletter julho 2021

GASTagus


gastagus

O GASTagus é uma associação juvenil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo alertar e incentivar os jovens para a descoberta e promoção da dignidade humana por intermédio da realização de diversas ações de voluntariado em África e Portugal.

Para mais informações consulte aqui

Greenpeace


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A Greenpeace é uma organização não-governamental que atua a nível mundial e procura a mudança de atitudes e comportamentos para proteger e preservar o meio ambiente. Esta organização enfrenta desafios globais, estando recetiva à participação de voluntários/as em função das campanhas que desenvolve.

Para mais informações consulte aqui

GVC – Grupo de Voluntariado Civil


gvc

A GVC – Grupo de Voluntariado Civil é uma ONG fundada em Itália, em 1971, e está presente em 22 países. Promove projetos de cooperação em ajuda humanitária e desenvolvimento sustentável.

Para mais informações consulte aqui

Health Education Environment e Livelihood Society

HEEALS


Heeals logo

A HEEALS (Health Education Environment e Livelihood Society) é uma organização não governamental, sediada no Norte da Índia, que tem como principal objetivo capacitar as comunidades que residem no país, através da partilha do conhecimento das competências básicas, em áreas como a educação, a saúde, o ambiente e os meios de subsistência da população local. Procuram garantir que milhões de pessoas negligenciadas na Índia tenham voz e a oportunidade de alcançar uma vida melhor.
Trabalham em parceria com várias organizações, nomeadamente, com a UNICEF, no Projeto Wash (Water Sanitation Hygiene in School). São membros do WSSCC (Water Supply and Sanitation Collaborative Council) e do “WASH United” na Campanha da Higiene Menstrual.

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Médicos do Mundo


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Os Médicos do Mundo são uma ONG de ajuda humanitária e cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa, que tem como objetivo principal a prestação global de cuidados de saúde.

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Para Onde?


ponde

“Para onde?” é uma associação sem fins lucrativos que funciona como estrutura de envio e acolhimento de voluntários no âmbito de programas de voluntariado internacional de curta e longa duração e em paralelo, desenvolve projetos a nível nacional nas áreas de Voluntariado local, e de ação para a inclusão e Voluntariado Corporativo.

Nos seus projetos de voluntariado incluem-se intervenções de diferentes grupos da sociedade e abordagem a várias áreas temáticas, permitindo aos voluntários a título individual, ou em grupo, o desenvolvimento das suas competências.

Têm 13 programas de curta e longa duração. Os mais recentes foram lançados em outubro de 2018: Guatemala, Marrocos e Cabo Verde (Ilha do Maio)

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Paramédicos de Catástrofe Internacional

PCI


paramedicoscatastrofeinternacional

Os Paramédicos de Catástrofe Internacional destinam-se a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e na cooperação para o desenvolvimento, atuando em todas as partes do mundo.

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World Wide Helpers


wwh

Este é mais uma organização que promove o voluntariado nas mais diversas áreas em mais de trinta países de todo o mundo.

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Instituto Marquês de Valle Flôr


instflor

O IMVF, fundado em São Tomé e Príncipe, promove o desenvolvimento sustentável e a dignidade humana através da elaboração e concretização de projetos e atividades em diversas áreas de atuação, nomeadamente, saúde, educação, sociedade civil, ambiente e sustentabilidade, entre outras.

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Mundo a Sorrir


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A Mundo A Sorrir é uma Organização Não Governamental (ONG), fundada em julho de 2005, no Porto, para trabalhar nas áreas da Saúde, Saúde Oral e Estilos de Vida Saudável junto das populações em situação de vulnerabilidade socioeconómica.

Tem como missão a promoção da saúde oral e saúde global como um direito universal. Atuando em linha com os objetivos do desenvolvimento sustentável, trabalha nas áreas da Saúde e acesso à água potável nos PALOP, através de dois projetos, Saúde a Sorrir e Aqua: water4health.

Mais info, clique aqui

Newsletter setembro 2019

Newsletters 2020: janeiro  fevereiro   março   junho   agosto setembro outubro novembro dezembro

Newsletter 2021: janeiro abril, maio, junho

WWOOF FoWO


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A Federação das organizações WWOOF é uma comunidade mundial que promove uma conscientização sobre a agricultura biológica e dá oportunidade aos/às voluntários/as de viverem e aprenderem numa quinta biológica. A WWOOF foi fundada em 1971, na Inglaterra, e hoje em dia existe em cerca de 132 países em todo o mundo.

O WWOOF é um movimento mundial que liga voluntários/as a agricultores/as e cultivadores/as biológicos/as para promover experiências culturais e educacionais, baseadas na confiança e na troca não monetária, ajudando, assim, a construir uma comunidade global sustentável.

Como voluntário/a, viverá ao lado do/a seu/sua anfitrião/ã, ajudando nas tarefas diárias e vivendo a vida como agricultor/a.

Consulte o site aqui

World Needs


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A World Needs foi fundada em março de 2020, com o propósito de marcar a diferença em Portugal e no Mundo, de Portugal para o Mundo. A missão é cooperar para que o desenvolvimento social seja um fator de reconhecimento humano, na promoção da educação, da cultura, da ciência e da solidariedade sob uma perspetiva intemporal e intercultural. Criaram uma estrutura e um programa, com voluntários.

Consulte o site aqui

Erasmus +


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O Erasmus+ é o programa da Comissão Europeia nos domínios da Educação, Formação, Juventude e do Desporto (2014-2020). O Programa dirige-se a um número elevado de pessoas e organizações, mas as pessoas individuais não podem usufruir diretamente, conseguindo beneficiar apenas através das instituições a que estão ligadas. As entidades que podem candidatar-se dependem da Ação e setor, mas, de um modo geral, serão aquelas que têm atividades nos campos da educação, formação, juventude e desporto, públicas ou privadas (associações, ONGs, escolas, instituições de ensino superior, escolas profissionais, empresas, organismos públicos, organizações culturais, bibliotecas, museus, etc.).

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PROCURA - Missões Claretianas


Procura-missoes claretianas

Apoio no terreno a projetos, comunidades e instituições, é um dos ramos da Fundação Claret, ONGD desde 2013. É uma Plataforma de Animação Missionária e de Ajuda ao Financiamento de Projectos de Evangelização e de Solidariedade, da responsabilidade dos Missionários Claretianos em Portugal. Tem como missão promover a construção de um mundo mais justo e fraterno através de experiências de voluntariado enriquecedoras, tendo por base o espírito missionário de Santo António Maria Claret. Enviam voluntários para Portugal, São Tomé, Príncipe, Angola e Marrocos.

Se quer colaborar: 227 860 467| procuradoriacmf@gmail.com

Newsletter 2021: dezembro

Volunteer Groups Alliance


VolunteerGroupsAlliance

A Aliança de Grupos de Voluntários (Volunteer Groups Alliance) é uma coalizão global de organizações que contribuem para o desenvolvimento sustentável por meio do voluntariado. A aliança apoia as organizações membros para promover a contribuição que os voluntários fazem para o desenvolvimento sustentável e obter reconhecimento pelo importante papel que os voluntários desempenham aos níveis local, regional e nacional, e nos processos das Nações Unidas (ONU).

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Points of Light


pointsoflight

A ONG Points of Light facilita a promoção de oportunidades e o recrutamento de voluntários. Criam as ferramentas e as condições para o voluntariado prosperar, comprometidos em garantir que o setor social continue a crescer e a inovar num mundo em rápida mudança.

Oportunidades de Voluntariado aqui

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Volunteering matters


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Instituição de caridade nacional que reune pessoas para superar alguns dos problemas mais complexos da sociedade através do voluntariado. Fazem parcerias com comunidades para superar as adversidades, combater o isolamento social e a solidão, melhorar a saúde, desenvolver habilidades e oportunidades e garantir que os jovens possam liderar a mudança.

Lideram a rede de organizações Volonteurope, são membros do SOLIDAR e do Fórum Cívico Europeu.

Muitos dos participantes no programa de Voluntariado a Tempo Integral são provenientes da Europa e de outros países, graças ao trabalho com o EVS (Serviço Voluntário Europeu) e o Programa Corpo Europeu de Solidariedade.

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Planet Caretakers


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Planet Caretakers é uma organização sem fins lucrativos de voluntários apaixonados, amigos e familiares, unidos pela missão de limpar os oceanos e florestas de plásticos e resíduos, para que os ecossistemas naturais possam dar e criar vida. A Planet Caretakers organiza grupos de voluntários, que recolhem o lixo, vinculando-os à prossecução do objetivo/missão, cujo âmbito é maioritariamente a nível nacional e, para já, somente com atuação internacional no Nepal.

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Ilga Portugal


ilga

Fundada em 1995, com sede em Lisboa, luta pela igualdade e contra a discriminação das pessoas LGBTI+ e das suas famílias em Portugal e tem por principal objetivo a integração social da população lésbica, gay, bissexual, trans e intersexo e das suas famílias em Portugal, através de um programa alargado de apoio, no âmbito social, que garanta a melhoria da sua qualidade de vida; através da luta contra a discriminação em função da orientação sexual, da expressão e identidade de género e das características sexuais; e, através da promoção da cidadania, dos Direitos Humanos e da igualdade de género.

Contactos aqui

Outras Organizações


winderness volunteers
centronazionalevolontariato
voluntariscat
medicossemfronteiras
youthserviceamerica
unenv2
unenv
platefomefrancophonevolontariat
volunteersweek
volunteerbenevoles
volunteercentres

Programas e Projetos de Voluntariado


Global Volunteer

AIESEC


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O Global Volunteer é uma iniciativa da AIESEC que tem o “objetivo de ativar o potencial de liderança dos jovens ao envolvê-los e mobilizá-los através de projetos multiculturais que visam contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”.

Destina-se a jovens entre os 18 e os 30 anos e pode durar, na maioria dos casos, 4, 6 ou 8 semanas.

É preciso fazer um registo no Portal de Oportunidades e preencher o perfil. Depois disso, basta fazer a candidatura às oportunidades desejadas. Existem projetos de voluntariado no Peru, na Noruega, no Egipto, no Brasil, na Albânia ou no Bahrein, entre outros.

Para mais informações consulte aqui

Campos de Trabalho Internacionais

CTI


Os Campos de Trabalho Internacionais (CTI) para Jovens inserem-se num programa de intercâmbio de jovens de diferentes países, com vista ao reconhecimento das diferentes identidades culturais e à consciencialização do mosaico cultural mundial.

Para mais informações consulte aqui.

Voluntariado Europeu

Corpo Europeu de Solidariedade


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Iniciativa da União Europeia dirigida aos jovens, dando-lhes a oportunidade de fazer voluntariado ou de trabalhar em projetos, no próprio país ou no estrangeiro, em benefício de pessoas e comunidades de toda a Europa.

Todos os jovens que participam no Corpo Europeu de Solidariedade concordam com a sua Missão e Princípios e comprometem-se a respeitá-los.

Aos 17 anos já te podes inscrever no Corpo Europeu de Solidariedade, mas só podes participar num projeto depois de fazeres 18 anos. A participação nos projetos do Corpo Europeu de Solidariedade está aberta aos jovens até aos 30 anos de idade.

Depois de se inscreverem, os participantes no Corpo Europeu de Solidariedade podem ser selecionados e convidados a integrar uma vasta gama de projetos, relacionados, por exemplo, com a prevenção das catástrofes naturais ou a reconstrução na sequência de catástrofes deste tipo, a assistência em centros de requerentes de asilo ou a resposta a outras questões sociais a nível da comunidade.

Os projetos apoiados pelo Corpo Europeu de Solidariedade podem durar entre dois e doze meses, decorrendo, regra geral, em países da União Europeia.

Para mais informações consulte aqui

European Solidarity Corps; State of play June 2018

Este paper apresenta uma visão geral da situação do Corpo Europeu de Solidariedade, bem como alguns exemplos de atividades desenvolvidas nos diferentes países.

Consultar aqui

Volunteer Abroad


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É uma plataforma com oportunidades de voluntariado em viagem, para quem está disponível para suportar os custos da deslocação e do alojamento. Existem projetos em África, Ásia, Europa e América.

Os destinos mais populares incluem a Irlanda, a África do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia e a Índia.

As áreas de atuação mais populares são: saúde (medicina e enfermagem), ensino, conservação da natureza e trabalho em orfanatos. É possível fazer uma pesquisa por área de atuação e região.

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Global Volunteer Network


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A Global Volunteer Network apoia o trabalho de organizações comunitárias locais em países através da colocação de voluntários internacionais.

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Global Volunteers


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A Global Volunteers disponibiliza programas de voluntariado individuais, para famílias, para estudantes e profissionais. No seu site é disponibilizado um mapa onde pode encontrar oportunidades de voluntariado em todo o mundo: China, Costa Rica, Cuba, Equador, Grécia, Índia, Itália, México, Peru, Polónia, Roménia, Tanzânia, Estados Unidos e Vietname.

Desde 1984 a Global Volunteers contribui para o desenvolvimento humano e económico de dezenas de países, tem desenvolvido trabalhos de curto prazo em projetos de longo prazo e firmado parcerias sustentadas com comunidades locais.

Para mais informações consulte aqui

Go abroad


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Informação sobre projetos de voluntariado em diversos países como a Índia, o Peru, a África do Sul, a Costa Rica, a Tailândia e o Equador.

Existem, por exemplo, projetos na área da saúde, conservação da natureza, construção ou trabalho em orfanatos.

Para mais informações consulte aqui

Idealist


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Este é como um site de emprego, mas de posições de voluntariado, com dezenas de milhar de oportunidades de voluntariado.

Para mais informações consulte aqui

O Grão


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O Grão é um projeto de voluntariado internacional, formado por estudantes universitários e jovens profissionais, com inspiração Jesuíta. O seu principal objetivo é promover a formação dos jovens voluntários facultando-lhes competências para a realização de Missões para o desenvolvimento, de curta duração. As Missões são realizadas em países Africanos de expressão Portuguesa durante os meses de Verão, em cooperação com ONG’s e outras organizações locais.
Fundado em 2005, nasceu como resultado da forte vontade de criar, no seio do Centro de Reflexão e Encontro Universitário Inácio de Loyola (CREU-IL, Centro Universitário da Companhia de Jesus no Porto), um projeto de voluntariado missionário voltado para a intervenção nos países em desenvolvimento de expressão portuguesa.

Para mais informações consulte aqui

Volunteer Escapes


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Vídeo de apresentação do Projeto

O projeto VOLUNTEER ESCAPES é um dos quatro apoiados pelo Programa LIFE, em toda a Europa, para ensaiar e avaliar a viabilidade de recorrer a voluntários do Corpo Europeu de Solidariedade para apoiar atividades de conservação da natureza e biodiversidade.
Globalmente, espera-se que os trabalhos do projeto permitam, entre outros, acolher, pelo menos, 175 voluntários para a realização de atividades de voluntariado úteis à conservação da natureza e biodiversidade, no campo e/ou em escritório, abrangendo sobretudo áreas da Rede Natura 2000 e/ou espécies e habitats protegidos por políticas europeias como as Diretivas Aves e Habitats.

À medida que disponíveis, as ofertas serão comunicadas e divulgadas na página Facebook do projeto. Os interessados, com idades entre os 18 e os 30 anos, terão de estar registados na Base de Dados do Corpo Europeu de Solidariedade, para a elas poderem concorrer.
Para mais informações, clique aqui (pdf)

U.DREAM


U.DREAM

A U.DREAM é um programa educativo que desenvolve competências de liderança social em estudantes do Ensino Superior capacitando-os para Servir, Inspirar e Sonhar.  Tem a duração de 3 semestres, com objetivos distintos, e com um ponto em comum: o serviço comunitário local. Os jovens vivem 60 horas de ação social, em públicos distintos, em colaboração com organismos locais que já trabalham as temáticas mais urgentes, garantindo uma maior compaixão pela humanidade e pelas problemáticas que abraçam.

Sabe mais aqui

Plataforma Voluntariado Açores


PVA

A plataforma digital Voluntariado Açores é uma iniciativa da Direção Regional da Solidariedade Social que visa agilizar o encontro entre as pessoas que querem participar em ações de voluntariado e as respetivas organizações promotoras. Encontre ações de voluntariado perto da sua área de residência. Depois de fazer o seu registo, utilize o mapa e a pesquisa para encontrar uma ação e apresentar o seu pedido de participação.

Sabe mais aqui

Plataforma Voluntariado Portimão


A plataforma Voluntariado Portimão é um espaço de encontro entre as pessoas interessadas em ser voluntárias, que aqui podem oferecer a sua disponibilidade para prestar um conjunto de ações inerentes à condição de cidadania ativa e solidária, e as entidades que desenvolvem projetos em prol do desenvolvimento do município.

Aceder à plataforma aqui

Bevol


Uma plataforma social global, criada em 2017, que organiza e trabalha em rede o Voluntariado. Articulação das partes interessadas envolvidas no voluntariado e organização das suas relações num ambiente interativo especializado, facilitando o acesso do voluntário às oportunidades de voluntariado; Ajuda instituições a obter os voluntários mais experientes e profissionais através de um grande banco de dados de voluntários mundial; Oferece oportunidade para empresas e instituições que queiram exercer a sua responsabilidade social por meio do sistema adotado pela Bevol no apoio ao voluntariado globalmente.

Aceder à plataforma aqui

Iniciativa Voluntários para a Ajuda da UE


euaidvolunteer

Uma iniciativa da Comissão Europeia, Direção-Geral da Proteção Civil e das Operações de Ajuda Humanitária Europeias (DG ECHO).

Para mais informações consulte aqui

Nações Unidas


onu

“Os Voluntários Internacionais das Nações Unidas (ONU) promovem a paz e o desenvolvimento em comunidades ao redor do globo, mantendo os ideais e aspirações da ONU”,  in site da Organização das Nações Unidas.

Todos os anos existem cerca de duas mil novas oportunidades de voluntariado internacional. Para se candidatar é necessário fazer o registo na Global Talent Pool.

Os projetos de voluntariado da ONU estão presentes nos mais diversos países mundiais e nas mais diversas áreas de atuação. De facto, os voluntários internacionais da ONU são provenientes de 160 países.

Não há idade máxima, mas é necessário ter, pelo menos, 25 anos, formação superior, dois anos de experiência profissional e bons conhecimentos de inglês, espanhol ou francês.

Para mais informações consulte aqui

State of the Word’s Volunteerism Report UN

O State of the Word’s Volunteerism Report UN é uma publicação emblemática da ONU para informar e defender o papel e a contribuição do voluntariado para a paz e o desenvolvimento.

Relatório 2015

Relatório 2018

Portal Europeu da Juventude


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Base de dados de Oportunidades de Voluntariado  do Portal Europeu da Juventude.

Para mais informações consulte aqui

Programa Internacional de Voluntariado WWF

WWF


wwf

A World Wide Fund For Nature (WWF) nasceu em 1961 e é uma das mais conhecidas ONG ambientalistas do mundo.

Destina-se a jovens voluntários com forte consciência ambiental e que queiram “ajudar a salvar o planeta”.

Disponibiliza projetos na Ásia, África, América Latina, Pacífico Sul e, mais especificamente, no Butão, Índia, Madagáscar, Paraguai e Senegal.

Os projetos visam contribuir para a conservação da diversidade biológica mundial, garantir a sustentabilidade dos recursos naturais renováveis e promover a redução da poluição e do desperdício à escala mundial.

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Serviço Voluntário Europeu

SVE


servicovoluntarioeuropeu

O Serviço Voluntário Europeu (SVE) divulga oportunidades de voluntariado bem como informações úteis para preparar um período de voluntariado no estrangeiro.

É um programa de voluntariado inserido no sub-programa Juventude em Ação do Programa Erasmus + (2014-2020), que permite levar a cabo um serviço de voluntariado, com duração máxima de 12 meses, num país diferente do seu de residência.

É um serviço de aprendizagem, essencialmente, a nível não formal, pois possibilita a aquisição de novas competências a nível pessoal, educacional, social e profissional, e a aprendizagem de novas línguas e a descoberta de novas culturas.

Para mais informações consulte aqui 

Voluntariado internacional AMI

AMI


ami

A AMI tem missões que podem durar semanas, meses e até anos, para quaisquer profissionais que queiram colocar as suas competências ao serviço de vítimas de catástrofes ou crises, em projetos da instituição, atuando em duas áreas: nacional e internacional.

Nas missões internacionais, recorre a profissionais de diversas áreas (médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, engenheiros, etc.).

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Medicina Mais Perto: Moçambique


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O Medicina Mais Perto: Moçambique (MMP: MZ) é um projeto de voluntariado internacional da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML), realizado em Maputo e na Matola (Moçambique), o qual, através da cooperação com associações parceiras moçambicanas, contribui para o desenvolvimento, capacitação e melhoria da qualidade de vida da população local, sobretudo na área da saúde.

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A Broader View Volunteers


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A Broader View Volunteers, fundada em 2007, é uma Organização Não Governamental que sob o lema “amor pela humanidade” promove oportunidades de voluntariado em 25 países e nos mais variados âmbitos de ação. Entre as opções destacam-se a conservação ambiental, prevenção ao HIV, Direitos Humanos, conservação de tartarugas marinhas, programas de ensino e educação, entre outros. Adicionalmente, existem programas de voluntariado de curta duração (1-4 semanas) e longa duração (3-6 meses).

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Venture With Impact


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O projeto “Venture With Impact” é destinado a profissionais que queiram desenvolver as suas competências pessoais e profissionais através de programas de voluntariado enquanto continuam a trabalhar remotamente.

O motto da “Venture With Impact” é a conciliação entre a carreira e a oportunidade de contribuir para um bem maior. Desta forma, pretende-se a maior inclusão da população empregada em ações de voluntariado nacionais e internacionais.
Existem diferentes programas em diferentes locais, de acordo com as oportunidades disponíveis no momento, com durações também elas variáveis.

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VOYCE – Volunteering Youth: Routes and tools for Competence’s Emersion


voyce

A VOYCE é um projeto financiado pela União Europeia e propõe-se melhorar os resultados de aprendizagem dos jovens voluntários, promovendo a sua empregabilidade. “O voluntariado é uma atividade que pode oferecer um impulso significativo ao crescimento individual dos jovens, bem como proporcionar uma ponte para entrar no mercado de trabalho.” Pretende-se criar ferramentas específicas para o reconhecimento das competências adquiridas pelos voluntários nas atividades de voluntariado, bem como melhorar o tipo de experiência. A VOYCE acredita que a validação de competências pode demonstrar que, através do voluntariado, os voluntários podem desenvolver habilidades transversais, cruciais e duradouras, essenciais para o autoconhecimento e úteis para o mercado de trabalho.

A validação de competências começam com o manual e os seus anexos, isto é, com o preenchimento dos formulários e a atribuição de um certificado assinado pela entidade promotora de voluntariado e depois com a inscrição na plataforma online (ainda não disponível), onde os voluntários podem criar um perfil público que poderá ser visto por entidades empregadoras e recrutadores.

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